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Um de mão na Taça, outro o diabo na cruz

Na maior parte das vezes, a final da Taça de Portugal é muito mais do que uma final de uma competição. Agendada para encerrar a temporada, no relvado do Jamor encontram-se linhas que, ora apontam para a morte, ora encontram neste jogo a força necessária para um regresso à vida. Sérgio Conceição fecha o ano depois de uma desilusão no campeonato, onde se viu ultrapassado pelo Benfica, enquanto Marcel Keizer se mantém numa longa carta de apresentação que não desvenda a nebulosa sobre as suas qualidades

epa e getty

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Na mesma semana em que os Diabo na Cruz apresentaram a notícia do seu fim, ligamos o gira-discos à procura de inspiração musical para lançar uma partida que aponta, como atrativos, bem mais do que a vida dos seus treinadores. Será o jogo de despedida para jogadores de ambos os lados, homens que viveram longas histórias para ambicionar, neste capítulo final, sair com a Taça na mão. É que, apesar de todas as razões e desrazões que coração e mito apontam, o que todos querem, no Jamor, é ganhar a Taça de Portugal.

“É culpa quando falho, culpa se consigo”

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