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Jogar por dentro para dificilmente alguém ser melhor do que nós

Se há Bernardo Silva, João Félix e Bruno Fernandes, tanta gente com cabeça, pés e potencial para tocar a bola ao centro, talvez seja altura de Portugal apostar no jogo interior para criar jogadas que acabem - em vez de apenas passarem só porque sim - em Ronaldo. A seleção defronta esta quarta-feira (19h45) a Suíça no Estádio do Dragão para as meias-finais da Liga das Nações

Federação Portuguesa de Futebol

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Há costumes cuja idade é ouro e a velhice da sua existência, de tão antiga, faz com que permaneçam no futebol, por mais modernices que vão aparecendo. A fotografia que se tira ao plantel de uma seleção nacional antes de jogar uma qualquer prova é um desses bons pedaços de quinquilharia que ninguém, jamais, disse estar atrasado no tempo, por mais antiquado que seja o hábito.

Eis que posam 30 portugueses, equipados como se o dia já fosse de ir para a escola, hermeticamente alinhados em três filas. A sincronia estática engana os olhos que dão que ver à mente, oferecendo-lhe uma mentira na ilusão de serem todos iguais na postura, nos braços atrás das costas, no peito para fora. Não são. Há ali um tipo na fila de cima, com o número tapado pela calva cabeça de Ilídio Vale, que até engana pela discrição da formatura mas que é distinto dos outros.

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