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Muito importa, muito importa se Portugal joga bem ou mal

O extraterrestre do costume decidiu sozinho, mais uma vez, o que coletivamente parecia indecidível, mas o facto de Cristiano Ronaldo continuar a ser um futebolista capaz de se sobrepor ao contexto não altera o que ainda é a seleção como equipa: um conjunto de jogadores muito bons que, juntos, não têm bola nem jogaram bem

Jean-Christophe Bott / EPA

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No momento em que Bruno Fernandes a toca rápido para Gonçalo Guedes, a meio do campo, para ele a passar rumo ao espaço diante da corrida de um certo alguém, tudo ficou bastante previsível.

O jogo estava a fechar a pestana, o passe foi para Cristiano Ronaldo e, à frente dele, estava apenas um suíço cansado, desamparado, já a pisar a própria área e sozinho perante o abominável finalizador a quem a idade, em vez de o envelhecer, o transforma num distorcido bisturi de neurocirurgião, cada vez mais preciso quando toca na bola e letal para quem não ataca a mesma baliza.

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