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Juiz acusa FC Porto de “atos de agressão contrários aos usos honestos”

Tribunal Cível do Porto considera que o FC Porto e Francisco J. Marques nunca quiseram servir o interesse público com a divulgação dos emails do Benfica, os quais sabiam ter sido obtidos ilicitamente e que chegaram a truncar “de forma clara e inteligente”. Dragões vão recorrer

Rui Gustavo e João Pedro Barros

Francisco J. Marques e o FC Porto foram condenados a pagar dois milhões de euros ao Benfica

D.R.

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A divulgação dos emails do Benfica serviu o interesse público? Esta é a pergunta a que o juiz Paulo Teixeira, do Tribunal Cível do Porto, tenta responder ao longo de 140 páginas de uma sentença em que condena o Futebol Clube do Porto e o diretor de comunicação, Francisco J. Marques, a pagar uma indemnização de cerca de dois milhões de euros ao Benfica - sentença de que o FC Porto vai recorrer.

A resposta é que não. Neste caso, no entender do juiz, não houve qualquer serviço público, mas sim propaganda.

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