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Bruno de Carvalho: “Se houvesse uma imagem minha a rir-me como Varandas naquela altura em Alcochete, já estava preso em Guantánamo”

Justiça, procuradores, antigos empregados, antigos colegas na direção do Sporting e aqueles que diz fazerem parte do “sistema” do clube de Alvalade. Na semana em que se cumpriu um ano da sua destituição da presidência do Sporting, ninguém escapa às críticas de Bruno de Carvalho, numa entrevista que pode ler na edição em papel do Expresso este sábado

Hugo Franco e Lídia Paralta Gomes

Bruno de Carvalho será ouvido pelo Ministério Público na próxima quarta-feira, no âmbito do processo do ataque à Academia de Alcochete

José Fernandes

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Na semana em que se cumpriu um ano da sua destituição da presidência do Sporting, a poucos dias de ser ouvido pelo Ministério Público enquanto arguido do caso da invasão da Academia de Alcochete e a mais alguns da Assembleia Geral, que pode confirmar a sua expulsão de sócio do clube de Alvalade, Bruno de Carvalho é um homem inconformado.

Numa entrevista que pode ler na íntegra na edição em papel do Expresso este sábado, o ex-presidente lança suspeitas sobre o comportamento de vários responsáveis do Sporting nos dias que antecederam a invasão do centro de treinos dos leões por parte de cerca de 50 adeptos, acusando-os de nada terem feito para evitar as agressões aos jogadores. Bruno de Carvalho deixa ainda críticas fortes à Justiça portuguesa, com foco na procuradora Cândida Vilar: “Todos nós pudemos observar aquela coisa hedionda que foi o interrogatório da procuradora Cândida Vilar ao Fernando Mendes. Toda a gente pôde observar essa perseguição e esta forma de atuação que ela tem para comigo”.

Para ler o artigo na íntegra clique AQUI