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Uma batalha por Battaglia: o Braga, o Sporting e os 20% desaparecidos em contrato

Braga notificou Sporting acerca de uma percentagem (20%) de direitos económicos que lhe pertencia e deixou de figurar no R&C leonino

Pedro Candeias

Battaglia rescindiu contrato em junho de 2018 e assinou um novo em julho do mesmo ano

Carlos Palma/getty images

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Naquele dia, Rodrigo Battaglia levou “socos na cara, no peito e nos braços”, foi ameaçado, insultado e agredido com um garrafão “de 20 ou 25 litros de água” que um dos invasores de Alcochete lhe atirou. Também lhe foi dito que “não merecia usar a camisola do Sporting” e algum tempo depois o argentino deixou de ser efetivamente do Sporting: rescindiu contrato a 14 de junho alegando justa causa, justificando-se com o ataque de 15 de maio, tal como fizeram Bas Dost, Bruno Fernandes, William Carvalho, Rui Patrício, Gelson Martins, Podence, Rafael Leão e Rúben Ribeiro. Mas a 28 de julho, numa reviravolta semelhante às de Bas Dost e de Bruno Fernandes, Battaglia regressou ao Sporting com a Comissão de Gestão que superintendeu ao clube entre a queda de Bruno de Carvalho e a ascensão de Frederico Varandas. Esse comité de Sousa Cintra melhorou-lhe o salário, prolongou-lhe a anterior ligação por mais um ano, até 2023, e manteve a cláusula de rescisão nos 60 milhões de euros; para fechar o assunto, enviou um comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) a especificar os termos do acordo. Battaglia era outra vez do SCP, estava tudo bem e como dantes — e isso seria tudo verdade, não fossem aqueles 20%.

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