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Filipe Albuquerque: “Vamos a 340 km/h e algo pode acontecer. Não vou dizer que não me assusto, mas isto faz-me sentir vivo”

Cai que nem pedra no sono quando acaba um turno a meio das 24 Horas de Le Mans, que venceu dois meses depois de perder o pai. Filipe Albuquerque já esteve perto da Fórmula 1, mas sabe como funcionam as políticas do automobilismo, e, aos 35 anos, está bem na resistência

Diogo Pombo (texto) e Nuno Botelho (foto)

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O que te puxa a estares 24 horas em pista, no mesmo carro, dia e noite?
A adrenalina e o gosto que tenho pelas corridas, de estar atrás do volante, que é inexplicável. É uma paixão enorme, que começou com sete anos. Claro que o percurso é longo, houve momentos difíceis: será que é isto que eu quero?, será que estou no caminho certo? Porque uma pessoa perde muito para chegar a esta última taça. Mas é uma paixão, é mesmo isto que gosto de fazer, conduzir carros o mais rápido possível, a adrenalina toda faz-me sentir vivo. Principalmente agora, em tempos de quarentena, estar parado em casa, sem poder conduzir, ainda me fez perceber mais que tenho uma vida espetacular.

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