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Diogo Faro

É como poder comer lagosta e preferir jantar um saco de lixo. Como Diogo Faro olha para a titularidade de Gudelj

Acertar no poste é mais complicado do que numa baliza aberta e por isso Diogo Faro só tem palavras elogiosas para Luiz Phellype. Assim como para o maestro Wendel e o omnipresente Bruno Fernandes

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Renan Ribeiro

Nos 10 minutos que jogou, 5 no início e 5 no fim, 9 foram a rebolar em "sofrimento", e o minuto restante a sofrer um golo. Depois teve 80 a sofrer só por ver como os colegas estavam a jogar.

Ristovski

Teve um papel crucial no jogo de hoje. Deixou sozinho o jogador que estava a marcar no lance do golo deles, e fez com que o jogo fosse logo muito mais divertido para todos.

Coates

O nosso avançado de hoje não esteve muito inspirado. Rematou várias vezes, atacou sempre que pôde, mas sem nunca concretizar. Pede-se mais daquele que foi o único avançado da equipa neste jogo.

Mathieu

A fazer boa dupla como apoio ao avançado Coates, com bons apontamentos a ajudar na defesa nas poucas vezes que foi preciso.

Borja

Mesmo quando faz um jogo apenas razoável como o de hoje, já é sempre uma alegria o facto de não ser o Jefferson.

Gudelj

Fico muito contente que continue a ser titular e a jogar o jogo todo. Apesar de mais ninguém no mundo ter percebido, o Keizer já viu que ele, em breve, vai ser considerado o melhor médio defensivo de todo o sempre. Nós só temos de aguentar mais enquanto ele é péssimo durante mais uns anos.

Wendel

Mais um jogo a ser maestro. Maestro de uma orquestra que está a tocar aquela peça do John Cage, a 4'33, que são quatro minutos e trinta e três de silêncio, só que durante noventa.

Acuña

Marcou um golo que não foi ele que marcou, mas tendo em conta o que o Sporting anda a jogar, temos que agarrar qualquer pequena vitória como se fosse chegar a Marte. Tipo, Chef Kiko.

Raphinha

O nosso jogador mais influente neste jogo. Excelente jogada no primeiro golo a deixar a defesa do Boavista toda baralhada. Excelente interpretação dramática no penalty que não existiu, mas que serviu para não cairmos para décimo sétimo lugar.

Bruno Fernandes

Se houvesse espírito de equipa, os colegas bem que podiam ter jogado um pouco mais para ele não ter que brilhar - que supresa - logo hoje que era contra a equipa que fez dele jogador na adolescência. Até de pontapé de bicicleta o homem tentou marcar, e teve de ser ele a bater o penalty para haver a certeza que era golo.

Luiz Phellype

Gostei muito de como quis mostrar a sua acutilância. Com a baliza aberta, preferiu mandar ao poste para mostrar como é realmente bom. Acertar numa baliza enorme é para os pequenos, no poste, a meio metro dele, é só para os grandes.

Doumbia

Tê-lo no banco a não jogar no lugar do Gudelj é como poder comer lagosta e preferir jantar um saco de lixo.