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Ângelo Girão: “Diz-se que é preciso ser-se louco para ir à baliza mas eu não me acho maluquinho”

Ângelo Girão, guarda-redes do Sporting e da Seleção Nacional de hóquei em patins, recorda o título mundial e todo o percurso até à conquista, em entrevista exclusiva à Tribuna Expresso

Lídia Paralta Gomes (texto) e João Girão (foto)

Joao Girao

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Foi o herói do 16.º título mundial de Portugal no hóquei em patins. Nascido no Porto há 29 anos, Ângelo Girão é o indiscutível da baliza do Sporting e da Seleção Nacional e há até colegas que pedem que lhe erijam uma estátua. Pudera: depois de vencer a Liga Europeia, maior prova de clubes, pelo Sporting, defendeu, há duas semanas, cinco bolas paradas e três grandes penalidades na final do Mundial, frente à Argentina.

Há quem te trate por Ângelo e quem te chame André. Como preferes?
Sou Ângelo André Ferreira Girão. O meu pai é Ângelo, o meu avô também, não havia criatividade em casa [risos]. Normalmente chamavam-me André em casa e na escola, mas rapidamente passei a Ângelo. No hóquei, como o meu irmão também jogava, eu era o Girãozinho e ele era o Girão. Entretanto o meu irmão deixou de jogar e assumi eu o Girão. Fui subindo patamares [risos].

Ângelo Girão, guarda-redes da Seleção Nacional de hóquei em patins, em entrevista exclusiva ao Expresso

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