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Paulo Futre: “A noite das eleições no Sporting foi uma grande confusão, até havia mortos a votar”

Está entre os melhores futebolistas de sempre. Jogou nos chamados três grandes de Portugal, ganhou com o F.C. Porto a Taça dos Campeões Europeus e é um ídolo para os adeptos do Atlético de Madrid. Adora trabalhar em televisão, gosta do lado bonito do futebol: os jogadores, a bola, o campo. Nesta conversa fala com um enorme carinho do pai, o seu primeiro treinador e mentor, que morreu este verão. E recorda também a noite eleitoral na qual esteve ao lado de Dias Ferreira

João Pacheco

Tiago Miranda

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Sempre foi um rapaz precoce. Aos nove anos, brilhou num torneio e chamou a atenção de Aurélio Pereira, o mesmo treinador que viria a dar ao mundo Luís Figo e Cristiano Ronaldo. Paulo Futre era novo demais para poder participar nesse torneio organizado pelo Sporting. Estava inscrito com o bilhete de identidade de um vizinho.

Já adulto, tornou-se um precursor na internacionalização dos grandes futebolistas portugueses. Transferiu-se para o Atlético de Madrid e ficou para a história do clube, na segunda transferência mais cara à época — só ultrapassada pela de Maradona para o Barcelona. Em Madrid, Futre deixou de ser o Paulinho de Pinto da Costa e teve logo direito a um contrato milionário, uma casa com piscina e um Porsche oferecido por Jesús Gil y Gil, na altura ainda candidato à presidência do Atlético. Por azar, o único Porsche disponível no stand era amarelo.

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