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“Não queremos o dinheiro da ‘bazuca’, não precisamos de verbas a fundo perdido”

O futebol português registou perdas de 100% na bilhética, de 80% em quotas associativas, de 70% em receitas de merchandising, de 15% em receitas comer­ciais: o ano não poderia ser pior, “vem aí a maior crise da história desta indústria”, mas Pedro Proença garante ter a solução. Só precisa de um empurrão governamental, diz em entrevista ao Expresso

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Os números não são animadores. Como se dá a volta a isto?
Aquilo que se passou com o futebol, de uma forma particular, aconteceu de uma forma geral em todas as indústrias. Não há soluções milagrosas: há modelos económicos, e o futebol tem um modelo económico subjacente, e o modelo económico português é alicerçado nos planos de formação. No fundo, desenvolvimento de talentos nos próprios clubes que, depois, ganham exposição e notoriedade, e mais tarde esses talentos — esses jogadores — são alienados aos mercados primários.

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