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“Cheguei a Portugal com cinco euros e duas opções: comprar comida ou telefonar à minha mãe. Liguei para casa, alguém me deu uma sandes”

À pergunta "porque é que decidiu ser português?", Pepe responde com uma história de solidariedade, quando um empregado de uma casa de sandes lhe ofereceu comida no aeroporto de Lisboa no dia em que aterrou em Portugal. Um dos múltiplos episódios contados por Pepe nesta entrevista exclusiva

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Está frio no Olival, e Pepe chega vestido a preceito, com camisolas sobrepostas e um colete que o manterá confortável nas quase duas horas de conversa com o Expresso. Não traz nada na manga.

Ainda continua a fazer truques de magia?
[risos] Só para as minhas filhas, faço alguns ainda, com moedas e cartas.

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