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Rui Fontes, o novo presidente do Marítimo: “A sala de troféus está abandonada, o estádio por acabar e sem licença camarária”

Rui Fontes guardou a camisa às riscas verdes e vermelhas durante 24 anos. Usou-a no dia da grande vaia nos Barreiros, quando 10 mil adeptos do Marítimo se opuseram à ideia de criar um clube único na Madeira e obrigaram Alberto João Jardim a abandonar o estádio ao intervalo. Voltou a vesti-la no discurso de vitória, ao ganhar as eleições do clube após uma campanha que mostrou as ligações e os interesses criados em torno das empresas de Carlos Pereira, que mandou no Marítimo ao longo de duas décadas e meia

Marta Caires

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O Marítimo não ganha um jogo desde 16 de agosto. Será mais uma época com o credo na boca?
A equipa e o estado do relvado dos Barreiros são a imagem do que tem sido o Marítimo nos últimos anos: um clube que estava a decair lentamente, a definhar a todos os níveis. Apesar de ter um património — o anterior presidente do Marítimo fala muito do património —, está muito degradado. Uma das razões da minha candidatura foi a perda de identidade. Este é um clube com história, mas os sócios estavam afastados. Havia que dar vida. E viu-se: bastou a mudança para sentirmos o clube a voltar a ser aquilo que era. Apesar dos resultados não serem ainda aqueles que pretendemos.

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