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Lorik Cana

Ele quer ser historiador

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Foto David Rogers

Começou nas camadas jovens do Lausanne, antes de ir para dar o salto para um grande do futebol francês, quando tinha 17 anos. Estreou-se pelo emblema parisiense em 2002 e fez duas temporadas completas na equipa principal do PSG onde foi colega de equipa dos portugueses Hugo Leal e Pedro Pauleta, tendo sido uma aposta do técnico bósnio Vahid Halilhodzic.

Esteve depois quatro temporadas no Marselha onde foi peça-chave da equipa.  As boas exibições despertaram o interesse do Sunderland, clube que representou em 2009/2010. Rumou ao Galatasaray antes de ir para o calcio. Em Roma ao serviço da Lazio fez sempre mais de 20 jogos por época, nas quatro temporadas na Série A. Decidiu voltar a França em ano de Mundial agora para representar o Nantes.

A experiência adquirida em três dos principais campeonatos europeus permite-lhe responder às exigências e aos obstáculos com que se depara. Quer a central, quer como médio defensivo, tem um sentido posicional muito acima da média. Forte na marcação, tem boa capacidade de impulsão, muitas vezes decisiva nos lances de bola parada. 

Como capitão da seleção é a voz de comando seguida pelos companheiros e uma extensão do treinador em campo. Está cada vez mais perto de se tornar no primeiro jogador a atingir as cem internacionalizações pela Albânia. 

Podia ter jogado quer pela Suíça, quer pela seleção francesa, mas Cana optou por representar a Albânia devido ao convite que recebeu do ex-internacional alemão Hans Peter Briegel, que comandou a seleção albanesa.

Quando abandonar o futebol, o jogador já admitiu que pretende seguir outros caminhos fora do desporto, nomeadamente para estudar a história e a cultura albanesa.