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Gritos de “Cristiano homossexual” exigem resposta da UEFA

O futebol não pode tolerar preconceitos, o futebol é contra o racismo e tem de ser contra a homofobia. O que se passou no Puskas Arena, com um estádio cheio e uma boa parte dos adeptos húngaros a cantarem em coro “Cristiano homossexual, homossexual, homossexual”, exige que a UEFA tenha mão dura

Paulo Baldaia

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O que se passou no Puskas Arena, com um estádio cheio e uma boa parte dos adeptos húngaros a cantarem em coro “Cristiano homossexual, homossexual, homossexual”, exige que a UEFA tenha mão dura. O futebol não pode tolerar preconceitos, o futebol é contra o racismo e tem de ser contra a homofobia.

Nesta história, pudemos contar uma vez mais com Cristiano Ronaldo, que nunca perdeu a vontade de sorrir, nem de marcar golos. E marcou dois, o segundo num bailado que deixou os homofóbicos à beira de um ataque de nervos.

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