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Euro 2020
Blessing Lumueno

Blessing Lumueno

Treinador de futebol

A estrela portuguesa enfrenta a lógica alemã

Convém que Portugal tenha mais argumentos táticos para enfrentar uma seleção alemã que se baseia na lógica de um coletivo forte.

Blessing Lumueno

Lukas Barth-Tuttas - Pool

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Portugal entrou bem no Euro a pressionar a Hungria e com isso conseguiu que o jogo fosse jogado no meio-campo da equipa húngara. Apesar das boas sensações deixadas, e de alguns golos falhados, Bernardo Silva e Bruno Fernandes apareceram pouco no jogo. Bernardo escondido num corredor sem dinâmica para potenciar a sua criatividade, e Bruno sem uma missão própria que não compensa os movimentos do Cristiano Ronaldo.

Não é fácil olhar para um jogo da equipa portuguesa e perceber que dois dos grandes talentos, atualmente figuras de proa dos gigantes de Manchester, estão mal-enquadrados coletivamente, que a estratégia não os beneficia e que por isso não têm a preponderância devida no jogo. A Hungria defendeu com as linhas muito juntas e sem dar muito espaço aos criativos, o que levou Fernando Santos com o adiantar do tempo de jogo a usar da estrelinha para fazer as substituições. Excetuando a entrada de André Silva, que altera o sistema de jogo, não se encontram razões táticas para a entrada de Renato Sanches e de Rafa Silva.

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