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Advogado de Rui Pinto: “Não se justificava nem sequer a prisão preventiva”

Antes da decisão do debate instrutório, Francisco Teixeira da Mota mostrou-se tranquilo

Miguel Prado

Francisco Teixeira da Mota, advogado de Rui Pinto

Pedro Nunes

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O advogado Francisco Teixeira da Mota, que representa Rui Pinto no processo em que o Ministério Público o acusa de 147 crimes, comentou, antes da decisão do debate instrutório, que "não se justificava sequer a prisão preventiva".

Questionado pelos jornalistas sobre o estado de espírito de Rui Pinto, antes do anúncio da decisão da juiza Cláudia Pina sobre por quantos crimes terá de responder em tribunal, Francisco Teixeira da Mota mostrou-se tranquilo, informando que hoje ainda não falou com Rui Pinto.

Teixeira da Mota também não deu detalhes sobre a resposta que deu à juiza Cláudia Pina em relação à requalificação de 68 crimes de acesso ilegítimo, transformando-os em crimes de acesso indevido. A moldura penal máxima dos primeiros é de 5 anos e a dos segundos é de 2 anos.

Sobre a posição face a essa requalificação, Teixeira da Mota disse apenas: "Concordámos numas coisas, discordámos de outras".