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O GP Holanda está de volta, 35 anos depois. E a culpa também é de Max Verstappen

A pista de Zandvoort regressa ao calendário já no próximo ano. A popularidade crescente de Max Verstappen foi fator decisivo para a Liberty Media avançar para um acordo com os organizadores holandeses

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REMKO DE WAAL/Getty

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A pista de Zandvoort vai voltar ao Mundial de Fórmula 1 35 anos depois. O regresso do GP Holanda ao calendário era um segredo mais ou menos público, mas a confirmação só chegou na manhã desta terça-feira, num acordo por três anos e que pressupõe a reconstrução da pista, que fica a meia-hora de Amesterdão, para que possa estar ao nível dos padrões atuais da Fórmula 1.

A popularidade crescente de Max Verstappen foi um fator decisivo para a Liberty Media avançar para um acordo com os organizadores holandeses. “Nos últimos anos vimos um ressurgimento do interesse pela Fórmula 1 na Holanda, principalmente devido ao apoio ao Max Verstappen, tal é o mar laranja que vemos em tantas provas”, revelou Chase Carey, atual CEO da Fórmula 1.

Também Jean Todt, presidente da FIA, frisou o fenómeno Verstappen na hora da apresentação do próximo GP Holanda, que se realizou pela primeira vez em 1952 e deixou o calendário em 1985 - o último vencedor em Zandvoort foi Niki Lauda.

“Estou agradecido pelo esforço feito pela Fórmula 1 para voltar à Holanda. É um circuito com uma história impressionante na competição e um grande desafio para os pilotos. Com a popularidade que tem Max Verstappen, tenho a certeza que haverá muitos adeptos presentes”, disse o francês.

Esta será a segunda novidade no calendário para 2020. A outra será o GP Vietname, que se realizará nas ruas de Hanói, capital do país asiático.