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392 dias depois, Vettel ressuscitou

Quase 13 meses depois, Sebastien Vettel regressou às vitórias na Fórmula 1. O alemão foi o mais rápido no Grande Prémio de Singapura e deu o terceiro triunfo seguido à Ferrari

Tribuna Expresso e Lusa

DIEGO AZUBEL/Lusa

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Ser piloto da cavalo preto a pousar dentro do pano de fundo amarelo e cravado sobre um monolugar vermelho, ou seja, agarrar no volante do monolugar da escuderia com mais nome na Fórmula 1, exige que se seja o mais rápido, o melhor e o vencedor se não na maioria, pelo menos em metade das corridas.

Sebastien Vettel já foi campeão da Fórmula 1 em quatro anos seguidos (entre 2010 e 2013) e vice-campeão em outros três (2009, 2017 e 2018), tem vitórias cravadas no seu nome, mas há 13 meses, fez uma coisa que só voltou a fazer este domingo.

Ganhou um Grande Prémio.

No meio deixou que entrassem 392 dias sem ser obrigado a recorrer aos retrovisores para avistar outros monolugares, no cortar a meta no fim de alguma corrida. Há mais de um ano que Vettel, um piloto da Ferrari, não era capaz de ser o mais rápido como a a escuderia do cavalo sempre exige.

Este este domingo, no Grande Prémio de Singapura, o alemão conseguiu, por fim, regressar às vitórias no Mundial de Fórmula 1, mais de um ano depois do último triunfo, na Bélgica, em 26 de agosto de 2018.

O alemão, que somou o 53.º sucesso da carreira, bateu o companheiro de equipa, o monegasco Charles Leclerc (Ferrari), por 2,641 segundos, com o holandês Max Verstappen (Red Bull) a fechar o pódio, a 3,821 do vencedor.

Lewis Hamilton (Mercedes) foi quarto e solidificou a liderança do Mundial, passando a somar 296 pontos, mais 65 do que o segundo, o seu companheiro de equipa e finlandês Valtteri Bottas, quinto em Singapura, palco da 15.ª prova da temporada.