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"Vamos ter um GP Portugal com público, a menos que haja uma catástrofe"

Na conferência de imprensa de anúncio do GP Portugal, Ni Amorim, presidente da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting sublinhou que a prova vai fazer-se com público nas bancadas. Na pior dos cenários, prova trará um retorno de 30 milhões de euros

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Clive Mason - Formula 1

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O GP Portugal, anunciado e apresentado na tarde desta sexta-feira no Autódromo Internacional do Algarve, será realizado com público nas bancadas, sublinhou Ni Amorim, presidente da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting.

"Vamos ter uma prova uma público, a menos que haja uma catástrofe", disse Ni Amorim. A secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, frisou que a organização está a trabalhar com "vários cenários, com diferentes cargas de público", sempre de acordo com a situação da pandemia da covid-19 em Portugal.

Ni Amorim disse também que o GP Portugal "não é uma prova de substituição" e que irá tentar que a prova se mantenha em Portugal, apesar dos custos associados: "O caro é relativo e o benefício vai ser tão grande que eventualmente o Governo se possa entusiasmar para Portugal se manter no calendário nos próximos anos. Termos uma prova destas em Portugal é absolutamente fantástico".

Rita Marques revelou que, no cenário menos otimista, a prova vai trazer um retorno na "ordem dos 30 milhões de euros". Através do Turismo de Portugal, o Governo tem um pré-acordo para pagar o custo do reasfaltamento da pista de Portimão, que custará cerca de 1,5 milhões de euros. Já a Câmara Municipal de Portimão vai investir 200 mil euros.