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Fórmula 1

A F1 em 2022: "Os objetivos são claros: queremos corridas mais próximas, os custos reduzidos e tem de haver mais equidade nas receitas"

Rob Smedley, que foi durante anos o engenheiro de pista de Felipe Massa na Ferrari, defende que a Fórmula 1 é a mistura perfeita entre o humano e a tecnologia, mas a verdade é que o lado tecnológico nem sempre é de fácil compreensão. Ainda assim, a Fórmula 1 quer que os adeptos o entendam. Em entrevista à Tribuna Expresso, o agora diretor da Data Systems da Fórmula 1 fala sobre o futuro da modalidade, as mudanças para 2022, os objetivos dessas mudanças e o que tudo isso significa para a experiência de quem assiste

Rita Meireles

xpbimages.com

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A Fórmula 1 está a mudar e o futuro está mais próximo do que parece. Depois de anunciado o teto orçamental, foi apresentado o novo carro e a nova regulamentação para a temporada 2022. Para quem vê as corridas pela televisão há ainda outra novidade: a Fórmula 1 vai começar a apresentar novos gráficos informativos, desta vez relacionados com o funcionamento da unidade de potência.

Tantas novidades podem deixar os adeptos um pouco confusos e, por isso, a Tribuna Expresso falou com Rob Smedley, diretor da Data Systems da Fórmula 1, para perceber o que aí vem e o que isso significa para quem assiste à modalidade.

A sua carreira na Fórmula 1 começou na Jordan, mas foi na Ferrari que protagonizou, junto com Felipe Massa, uma das parcerias engenheiro-piloto de maior sucesso. Antes de ocupar o cargo atual, passou ainda pela Williams como chefe de desempenho.

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