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França abre o Mundial feminino com uma goleada

A anfitriã do Mundial feminino abriu a competição com uma vitória frente à Coreia do Sul, por 4-0

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É uma das favoritas à conquista da competição e não fez por menos: a França começou o Mundial feminino com uma goleada por 4-0 frente à Coreia do Sul, esta sexta-feira à noite, em Paris.

45.261 adeptos encheram o Parque dos Príncipes e viram a seleção anfitriã superiorizar-se às coreanas, logo desde o início do jogo.

Le Sommer, Wendie Renard - duas vezes; foi considerada a melhor em campo - e Amandine Henry marcaram os golos da seleção comandada por Corinne Diacre.

As francesas assumem, assim, a liderança do grupo A do Mundial 2019, do qual fazem ainda parte Noruega e Nigéria, que se defrontam sábado, às 20h (RTP Play). Na Nigéria há uma jogadora que atua em Portugal, no Sporting de Braga: Chinaza Uchendu.

Também sábado, há mais dois jogos da competição, relativos ao grupo B: Alemanha-China (14h, RTP Play) e Espanha-África do Sul (17h, RTP Play).

Depois de ter estado presente no Europeu, a seleção portuguesa não se qualificou para o Mundial.

  • A bola é igual para todos, mas no Mundial ainda não são todas iguais

    Futebol feminino

    Há os EUA com Alex Morgan, capa da revista “Time”. Está lá a França com meia seleção vinda do Lyon, campeão europeu há quatro anos seguidos. E não falta o Brasil com a ginga de saia de Marta, a seis vezes melhor jogadora do planeta. Fora muito mais, porque “nunca houve tantas candidatas”, diz Raquel Infante, internacional portuguesa, à vitória no Mundial de futebol feminino, que arrancou esta sexta-feira ao fim de uma época “em que foram quebradas muitas barreiras”

  • Who run the world? Girls

    Futebol feminino

    O Campeonato do Mundo feminino começa esta sexta-feira, com o França-Coreia do Sul (RTP2, 20h). Venha daí conhecer o carimbo Marley na seleção jamaicana, a jogadora mais jovem do torneio e ainda quem vai participar e esteve praticamente dois anos sem competir

  • Elas andam aí

    Crónica

    Duarte Gomes escreve sobre o futebol no feminino num mundo que está a mudar, aos poucos, para se tornar mais igual e mais feliz, com mais jogadoras e mais árbitras - uma delas, Sandra Bastos, vai estar no Mundial feminino, que começa sexta-feira, em França

  • Não basta promover o empoderamento feminino em campanhas, é preciso pô-lo em prática

    Opinião

    A Nike lançou uma campanha sobre o Mundial de Futebol Feminino, que pretende mostrar quão inspirador é para meninas de todo o mundo verem mulheres a participar num evento como este. Estará a marca a tentar limpar a face por ter discriminado várias atletas olímpicas ao cortar-lhes patrocínios durante a gravidez e licença de maternidade? É que não basta fazermos campanhas mediáticas sobre empoderamento feminino, é preciso também ser coerente na vida real quando falamos de contratos e oportunidades