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Os jogos de seleções regressam em setembro e o presidente da UEFA concorda

Aleksander Ceferin, líder da entidade que rege o futebol europeu, elogiou a decisão do Comité Executivo em reatar os encontros entre seleções em setembro, explicando que isso fará com que a modalidade não sofra mais prejuízos económicos

Lusa

ANDREAS SOLARO

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O presidente da UEFA, o esloveno Aleksander Ceferin, disse, esta sexta-feira, que a decisão do Comité Executivo de manter a 'janela' internacional de setembro para o regresso dos jogos de seleções evitou que o futebol "sofresse mais prejuízos".

Ceferin considerou que a decisão de adiar o Euro 2020 teve um custo significativo para o futebol das seleções nacionais e para as federações membros do organismo, mas ressalvou que a mesma permitiu que as competições em cada um dos países da Europa prossigam até ao fim, o que foi muito benéfico para os clubes e para o futebol internacional.

"As alterações introduzidas no calendário do futebol europeu por acordo entre a UEFA, a Associação de Clubes Europeus (ECA) e as Ligas europeias também permitiram manter os jogos internacionais num período muito importante para o calendário", disse Ceferin.

O executivo da UEFA, reunido por vídeo conferência na quarta e quinta-feira para definir o programa das competições internacionais de clubes e seleções, entre outras questões, decidiu que os jogos da fase de grupos da Liga das Nações 2020/21 comecem a disputar-se em setembro, com duas jornadas, uma nos dias 03, 04 e 05 e outra nos dias 6, 7 e 8.