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Supertaça Europeia, a 24 de setembro, poderá ter "um número reduzido de adeptos"

UEFA quer que o jogo seja um teste para um possível regresso gradual dos adeptos às bancadas. Para já, os jogos das seleções nacionais no início de setembro serão jogados à porta fechada

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Sadio Mané a levantar a Supertaça de 2019, em Istambul. Naqueles tempos em que os estádios ainda estavam cheios

TF-Images/Getty

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A Supertaça Europeia, que será jogada em Budapeste a 24 de setembro, poderá ser o "jogo-piloto" para um possível regresso dos adeptos às bancadas em jogos da UEFA. É pelo menos essa a vontade do organismo que regula o futebol na Europa, que esta quarta-feira reuniu-se por videoconferência com as 55 federações do continente para discutir uma potencial e gradual abertura de portas dos estádios aos adeptos.

Na reunião, a UEFA defendeu que é ainda demasiado cedo para permitir adeptos nos próximos compromissos oficiais das seleções nacionais, marcados para o início de setembro, bem como a realização de "jogos-teste que permitam avaliar o impacto dos espectadores com o atual protocolo médico", pode ler-se numa nota colocada no site do organismo.

A UEFA acredita e propôs que no final de setembro a Supertaça Europeia sirva como um "jogo-piloto" no qual " um número reduzido de adeptos poderá ser autorizado a entrar".

Na videoconferência foi ainda discutida a questão da quarentena exigida por vários países, numa altura em que se aproximam vários jogos de seleções, com muitos jogadores a viajarem para os seus países de origem dos seus países de residência. As federações foram "encorajadas a contactar os seus governos para procurarem isenções para jogadores e staff (os chamados corredores internacionais)".

As federações nacionais terão ainda a oportunidade de requerer que um jogo se realize em terreno neutro, caso a situação doméstica no que diz respeito à saúde pública por "colocar em risco a realização do jogo".

Todas as conclusões da reunião terão ainda de ter a aprovação da Comissão Executiva da UEFA.

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