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Futebol internacional

A aventura de Sá Pinto no Brasil acabou

O Vasco da Gama confirmou, esta terça-feira, a rescisão com o treinador português, que em 15 jogos conseguiu apenas três vitórias com o Vasco da Gama, além de seis empates e seis derrotas. O clube do Rio de Janeiro nunca terá chegado a pagar salários à equipa técnica portuguesa

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Bruna Prado/Getty

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Era 14 de outubro e o Vasco da Gama confirmava Ricardo Sá Pinto como novo treinador. O clube estava em 13.º lugar do Brasileirão e na segunda fase da Copa Sudamericana, equivalente sul-americana da Taça UEFA europeia.

Neste 29 de dezembro, o clube do Rio do Janeiro anunciou a rescisão com o português e está na 17.ª posição (zona de despromoção) do campeonato brasileiro e foi eliminado nos oitavos-de-final (fase seguinte) da prova continental. Pelo meio, o Vasco da Gama fez 15 jogos e ganhou apenas três, entre seis derrotas e seis empates.

Foram pouco mais de dois meses de vida conjunta, tempo considerado suficiente pela direção do Vasco da Gama para avaliar o trabalho do treinador português, julgá-lo e decidir que o problema deveria ser Sá Pinto.

O presidente do clube, Alexandre Campello, que está a prazo e deixará o cargo em janeiro, deixou uma declaração no comunicado com que o Vasco da Gama confirmou a decisão: "Tomei a decisão de fazer a mudança na comissão técnica a partir também de um entendimento com o Vice de Futebol e com o novo Presidente, já que só estarei no cargo por mais aproximadamente 20 dias. Um novo treinador será anunciado em breve".

Ricardo Sá Pinto e os três técnicos portugueses (o adjunto Rui Mota, o preparador físico Miguel Moreira e o analista Igor Dias) que o acompanhavam no Brasil saem sem alguma vez terem recebido um ordenado do clube. O "Globoesporte" escreveu que o Vasco da Gama não pagou os salários de outubro e novembro.