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Exclusivo. A libertação de Abel Ferreira: “No futebol, é matar ou morrer”

Abel Ferreira pode vencer, este sábado, a mais importante competição sul-americana de clubes, quando Palmeiras defrontar o Santos (20h). Mas as comparações com o sucesso de Jorge Jesus pressionam o início promissor do treinador português

Plínio Fraga

Diego Vara/REUTERS

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O treinador português Abel Fernando Moreira Ferreira, de 42 anos, chegou há três meses ao Brasil para o maior desafio da sua carreira. Contratado pelo Palmeiras, costuma lembrar que o clube paulista de futebol, com a quarta maior torcida brasileira, tem mais adeptos do que Portugal tem cidadãos — 12 milhões contra 10 milhões.

Pegou numa equipa desarrumada — seu antecessor dizia que o Palmeiras “não tinha time para jogar bonito” — e conseguiu torná-la a nova vedeta do futebol brasileiro. Em apenas 23 jogos no comando do Palmeiras, dobrou o número de golos do clube por partida (quase três) e reduziu em um terço os golos sofridos. Em 23 jogos, obteve 14 vitórias, cinco empates e quatro derrotas. Com Abel, o Palmeiras passou a jogar bonito.

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