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Procuradoria francesa abre investigação a assalto a casa de Di María

O assalto aconteceu este domingo, quando Di María estava a jogar pelo Paris Saint-Germain, e terão sido roubadas joias no valor de 500 mil euros

Lusa

Christophe Ena

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A procuradoria francesa informou esta segunda-feira ter aberto uma investigação decorrente do assalto no domingo à residência do futebolista internacional argentino Angel Di María, quando este estava a jogar pelo Paris Saint-Germain.

Em declarações à agência Associated Press, a secretária-geral do gabinete da Procuradoria de Nanterre, Marion Chalaux, adiantou que o inquérito será conduzido pela unidade especial de assaltos à mão armada e assaltos graves.

A mesma unidade tem em mãos assaltos semelhantes já este ano a outros futebolistas do PSG, casos que ocorreram com Mauro Icardi e Sérgio Ricco, em janeiro, no espaço de uma semana, e ambas em casas situadas em Neuilly-sur-Seine.

Roubaram relógios e joias avaliados em 500 mil euros

De acordo com Chalaux, os assaltantes entraram no domingo na casa de Di María, também no subúrbio parisiense de Neuilly-sur-Seine, e segundo o jornal "L'Équipe" roubaram relógios e joias avaliados em cerca de 500.000 euros.

No episódio com Di María, o extremo abandonou o campo na derrota do Paris Saint-Germain na receção ao Nantes (2-1), ao saber que a casa em que vive tinha sido assaltada, com a família no interior.

À volta da hora de jogo, o diretor desportivo Leonardo abordou o técnico da equipa, o argentino Mauricio Pochettino, que chegou a abandonar o relvado, acompanhando Angel Di María até ao balneário, e depois de a sua família ter pedido a presença do jogador.

Assalto à casa da família de Marquinhos

Também segundo a imprensa francesa, praticamente ao mesmo tempo, outro grupo de intrusos invadiu a casa da família de Marquinhos, capitão do Paris Saint-Germain, num incidente em que os assaltantes sequestraram momentaneamente o pai do jogador.

No assalto, em Chatou, a imprensa avança que os intrusos roubaram malas, joias e outros objetos, além de 2.000 euros em dinheiro, mantendo o pai de Marquinhos fechado numa divisão, juntamente com dois familiares adolescentes.

Ainda de acordo com o jornal "Le Parisien", ao contrário do sucedido com Marquinhos, a família de Di María, mulher e filhas, não viram ou tiveram contacto com os assaltantes.