Tribuna Expresso

Perfil

PUBLICIDADE
Futebol internacional

Carlos Queiroz quer dar o melhor uso à sua "experiência e conhecimento" no novo desafio no Egito

Treinador português, de 68 anos, diz que é "com muito orgulho, gratidão e ambição" que aceita o "honroso convite da Federação do Egipto para o cargo de selecionador nacional de futebol"

Tribuna Expresso

JUAN MABROMATA

Partilhar

Chama-se Egito o novo desafio de Carlos Queiroz, que nove meses depois de deixar a seleção da Colômbia assume uma das principais equipas nacionais do continente africano, seguindo assim fora de Portugal uma carreira que já passou também por Espanha, Inglaterra, Estados Unidos da América, Japão, África do Sul e Irão.

"É com muito orgulho, gratidão e ambição que aceito o honroso convite da Federação do Egipto para o cargo de selecionador nacional de futebol", escreveu o treinador de 68 anos nas redes sociais.

Agora à frente de uma seleção que terá como objetivos imediatos a Taça das Nações Africanas, em janeiro de 2022, e o apuramento para o Mundial do Catar, também no próximo ano, Carlos Queiroz sublinha ainda o seu "comprometimento" em dar o melhor uso à sua "experiência e conhecimento" de forma a "alcançar os objetivos e sonhos de tão prestigiante país de futebol, com adeptos tão apaixonados e dedicados".

Caso consiga levar o Egito ao Mundial de 2022, Carlos Queiroz entra num restrito grupo de treinadores com quatro participações em campeonatos do mundo, apenas ultrapassado por Bora Milutinovic, com cinco, e o brasileiro Carlos Alberto Parreira, que esteve em seis Mundiais.