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Um clássico é um clássico, e este ainda pode animar isto

Sábado depois de almoço. À moda antiga. O Sporting recebe um FC Porto que embala para o bicampeonato, com candidatura reforçada depois do 1-1 do Sporting de Braga em Portimão. Se vencer, “elimina” o rival direto, a vantagem aumenta, pelo menos, para sete pontos, e na segunda volta recebe Benfica e leões. Só o “Keizerball” parece poder conseguir mudar o rumo da Liga, mas será que tem ainda força para uma última dança?

LUÍS MATEUS

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No FC Porto, cada vez mais favorito, mantém-se a vertigem. A força, personificada na perfeição por Danilo e Marega, a luta por todas as bolas, primeiras e segundas, o foco mental, e o jogo vertical.

Sérgio Conceição atacou, com a perícia de um cirurgião, os problemas que apareceram. A lesão prolongada de Aboubakar não se fez sentir. A defesa estabilizou com Militão, a falta de criatividade foi repescada com Óliver. Primeiro, arriscou o 4x4x2 de sempre, depois sentiu necessidade do terceiro médio e capitão Hector Herrera, mesmo em final de contrato. Há algumas semanas, com a equipa a carburar, o espanhol foi novamente sacrificado em nome do equilíbrio.

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