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Jorge Loureiro nega agressão: “Talvez a pessoa que me acusa esteja a fazer o que Raphinha fez no campo, uma boa cena de teatro”

O filho de Valentim Loureiro reage em comunicado à informação veiculada pelo Sporting de que iria agir criminalmente contra si por agressão (dois socos) a Miguel Nogueira Leite, dirigente do Sporting

John Walton - EMPICS

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Jorge Loureiro reagiu, em comunicado, à informação veiculada pelo Sporting que garantiu que iria agir criminalmente contra si por agressão a um dirigente leonino, Miguel Nogueira Leite, no final do Boavista - Sporting. Jorge Loureiro, filho de Valentim Loureiro e também ele dirigente boavisteiro, nega ter agredido Miguel Nogueira Leite, garantindo estar “triste e revoltado” com a arbitragem do jogo, mas que nada fez ao responsável do Sporting. “Ao contrário do que foi veiculado, nenhuma força policial me identificou, o que será muito fácil de provar, já que isso não corresponde à verdade; aliás, a que propósito me teriam de identificar se nada fiz, como pode ser constatado por várias pessoas que se encontravam ao meu redor e que poderão servir de testemunhas daquilo que afirmo?”

Leia o comunicado na íntegra:

"Tendo sido confrontado com várias notícias, em vários órgãos de comunicação social, quer online quer em papel, em que o meu nome é referido, com títulos do tipo "Membro do Conselho Directivo agredido por Jorge Loureiro" sou a contestar, em absoluto, o teor das referidas notícias.

Relativamente ao seu conteúdo cumpre-me dizer:

Não agredi qualquer pessoa, seja a que referem na notícia, seja qualquer outra.

Ao contrário do que foi veiculado, nenhuma força policial me identificou, o que será muito fácil de provar, já que isso não corresponde à verdade; alías, a que propósito me teriam de identificar se nada fiz, como pode ser constatado por várias pessoas que se encontravam ao meu redor e que poderão servir de testemunhas daquilo que afirmo?

Evidentemente que estou muito triste e revoltado com o que aconteceu no campo; há um penalti a favor do Boavista que não foi marcado, aos 55m de jogo, e o penalti que favoreceu o Sporting, no final do jogo, simplesmente não existiu, como se pode constatar pelos comentários que se podem ler nos vários jornais e nas análises que se podem ver e ouvir nas várias televisões.

Este sentimento de revolta, sentido por todos os boavisteiros, sem excepção, não me fez alterar a forma de estar no futebol já que, desde os meus 4 anos de idade que frequento estádios de futebol e é a primeira vez que alguém me acusa de ter agredido outrém num local desportivo.

Talvez a pessoa que me acusa de algo que não fiz esteja a fazer o que Raphinha fez no campo, uma boa cena de teatro, talvez para tentar branquear a vergonha que se passou no jogo.

Face às notícias que foram veiculadas e que dão como certo algo que não aconteceu, irei podendar a instauração de uma queixa-crime contra quem deu esta notícia bem como quem a divulgou, e pedir um ressarcimento patrimonial pela difamação de que estou a ser alvo.

Porto, 10 de Março de 2019.

Jorge Loureiro”