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As histórias de Manoj, um ama-seca, e do que os clubes fazem para os jogadores nada terem de fazer

O Benfica tem três funcionários para ajudar jogadores no que quer que seja no dia-a-dia, mas não é normal haver amas-secas nos clubes. Para isso, os futebolistas têm pessoas de confiança. Também há um funcionário público que ajuda em mudanças sem olhar a cor: já ajudou Vlachodimos e Acuña, entre outros

Diogo Pombo

Peter Kovalev

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Marcos Acuña ia mudar de casa, o sempre árduo sinónimo de haver coisas para empacotar, mobília, máquinas e caixotes para acartar. O argentino do Sporting telefonou-lhe a pedir ajuda, mas nesse dia, por acaso, ele não podia... mas colocou-o a falar com quem estava disponível. A mudança fez-se. A ajuda apareceu. O problema resolveu-se.

Quando Odysseas Vlachodimos chegou a Lisboa, no verão de 2018, o empresário do guarda-redes, zeloso contra jornalistas pisteiros da notícia da nova contratação do Benfica, perguntou-lhe se podia usar o seu nome para marcar um quarto de hotel para o grego, em Lisboa. Ele não só disse que sim como ainda foi buscar o futebolista ao aeroporto.

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