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Os 12 jogadores argentinos do Mirandês: ténis rotos, ginásio improvisado pelo padeiro da terra e nove meses sem receber

São 12 argentinos e chegaram a Portugal com muitas promessas. Agora passam a quarentena fechados em Miranda do Douro. Têm casa e comida - a cozinheira do Mirandês faz-lhes almoço e jantar e o padeiro da terra ajudou-os a montar uma pequena sala de exercícios -, mas faltam-lhes os salários

Lídia Paralta Gomes

Os jogadores argentinos do Mirandês

DR

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São todos miúdos, o mais novo tem 20 anos, o mais velho 24. São 12, uma dúzia de argentinos chegados a Portugal no início da temporada pelas mãos de um compatriota, Sebastian Diericx, presidente da SAD da AD Oliveirense, clube de Santa Maria de Oliveira, concelho de Famalicão.

Passados nove meses, não jogam na AD Oliveirense, nem sequer moram em Famalicão. Estão os 12 confinados numa casa em Miranda do Douro, a 250 quilómetros de Santa Maria de Oliveira, paredes-meias com a fronteira de Espanha. E sem receber qualquer salário desde que pousaram os pés em Portugal.

Eles são Joel Sosa, guarda-redes, os defesas Nicolás Celotti, Gianluca Goudelias, Nahuel Machado e Facundo Otero, os médios Diego Parini, Alvaro Dionisio e Francisco Bello, e os atacantes Enzo Petretto, Tomás Varela, Francisco Estanga e Agustín Guerra.

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