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Vítor Oliveira: “Os clubes aceitaram tudo o que a DGS propôs para a retoma do futebol, mas não o deveriam ter feito"

O treinador do Gil Vicente acredita que o futebol deveria ter um tratamento mais atencioso e que há condições para os estádios receberem público em "20% ou 30% da capacidade". Quanto ao jogo com o Portimonense, confessou estar preocupado com a derrota e com a exibição na 2.ª parte

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HUGO DELGADO

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O jogo

“O Gil Vicente dominou a primeira parte e chegou à baliza adversária. Poderíamos ter feito um golo na primeira parte. Na segunda parte, o Portimonense fez um grande golo e ganhou. Marcou um golo e por isso mereceu ganhar”

Má 2.ª parte do Gil

“O jogo teve pouca qualidade, o que é natural, tendo em conta as circunstâncias. Mesmo assim deveríamos ter feito mais e melhor. Precisamos de voltar ao caminho certo. Este resultado e a nossa segunda parte preocupam-me, porque ainda temos de fazer pontos para a permanência. O Gil Vicente é uma equipa forte se o coletivo for forte. Se não for forte coletivamente, é uma equipa banalíssima”

Futebol sem público

“Os clubes aceitaram tudo o que a DGS propôs para a retoma do futebol, mas não o deveriam ter feito. Futebol sem público não é futebol a que estamos habituados. Precisamos de público. Tendo em conta o que vamos vendo, penso que as pessoas do futebol mereciam um pouco mais de atenção por parte de quem faz a legislação. O futebol tem condições para ter público, 20% ou 30% da capacidade dos estádios. Futebol sem público não é futebol”