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A final da Taça de Portugal: três defesas contra três defesas

Carlos Carvalhal e Jorge Jesus deverão optar por sistemas semelhantes na final da Taça de Portugal (20h30, TVI), antecipa à Tribuna Expresso o treinador e comentador Blessing Lumueno

Lídia Paralta Gomes

Octavio Passos

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Há quem se mantenha fiel a um sistema (como o caso de Rúben Amorim no Sporting) e quem vá variando conforme a estratégia para cada encontro. SC Braga e Benfica foram duas destas equipas, optando ao longo do ano por sistemas de quatro defesas ou de três centrais, de acordo com o momento e as necessidades, ainda que ambas tenham enfrentado a reta final do campeonato a apoiar-se mais numa tática de três homens mais recuados.

Por isso mesmo, o treinador e comentador Blessing Lumueno acredita que não haverá surpresas na abordagem tática da final da Taça de Portugal por parte dos técnicos e que teremos frente a frente uma equipa a jogar com três centrais frente a outra também com três centrais. Por parte do Benfica, o jogo com o Sporting da penúltima jornada do campeonato foi um bom teste para o que vai encontrar no domingo. “O Sporting joga com um sistema muito parecido com o do SC Braga, pelo menos na forma como a equipa pressiona no meio-campo ofensivo e como joga ofensivamente, por isso penso que não haverá surpresas”, diz o treinador, que sublinha que, no entanto, o Braga poderá “apresentar uma nuance relativamente aos centrais, que deverão envolver-se mais do ponto de vista ofensivo, sobretudo quando a bola estiver no corredor lateral, em Galeno ou em Ricardo Esgaio”.

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