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Neno (1962-2021): a morte de um guarda-redes carismático, afável, "um ícone da cidade" de Guimarães

Morreu esta quinta-feira o antigo internacional português aos 59 anos

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O Vitória de Guimarães recordou esta quinta-feira o caractér carismático e afável do antigo guarda-redes Neno, que morreu na quinta-feira, considerando que se tornou "um ícone da cidade".

"Carismático, afável e sempre disponível, Neno não foi apenas uma figura do Vitória, mas um ícone da cidade, conhecido de todos e que para todos tinha um gesto amigo e um sorriso verdadeiro", refere o clube.

O clube lembra que o antigo internacional português representou o Vitória em três momentos da sua carreira, "integrando o grupo que conquistou a Supertaça Cândido de Oliveira em 1988".

"Foi também no Vitória que concluiu um longo e bonito percurso enquanto futebolista, mantendo-se ligado ao clube em variadas funções, que foram desde os relvados até à representação institucional", referem os vitorianos.

Para o clube, "a morte de Neno representa uma enorme perda coletiva, mas em especial para a sua família e amigos, a quem o Vitória manifesta as suas mais sentidas condolências".

"Nesta hora que é de luto, cumpre recordar e honrar o nosso Adelino Barros", concluiu o clube.

O antigo internacional português Neno morreu na quinta-feira, aos 59 anos, informou hoje o Vitória de Guimarães, clube em que o guarda-redes jogou e foi dirigente.

Formado no Barreirense, Neno passou por Vitória de Guimarães, Benfica e Vitória de Setúbal.

Nascido na Cidade da Praia, em Cabo Verde, Neno ganhou três campeonatos e três Taças de Portugal pelo Benfica, além de uma Taça de Portugal pelo Vitória de Guimarães.

Ao serviço da seleção portuguesa fez nove encontros, entre 1989 e 1996.