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Coronavírus: Bruno Vieira Amaral escreve sobre a ameaça que paira sobre os Jogos Olímpicos de Tóquio

As tentativas de conter a propagação do vírus levaram ao encerramento de museus, de vários jogos da liga italiana de futebol, ao cancelamento da conferência anual do Facebook, do Carnaval de Veneza e até dos festivais das cerejeiras em flor que todos os anos se realizam em várias cidades do Japão. Em risco estão também os Jogos Olímpicos de verão, que se deverão disputar em Tóquio de 24 de julho a 9 de agosto

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Assim que o novo coronavírus chegou a Portugal, pôs-se em cima da mesa a possibilidade de cancelar alguns dos eventos de massa previstos para os próximos tempos. Lá fora, as tentativas de conter a propagação do vírus levaram ao encerramento do Museu do Louvre, em Paris, ao adiamento da Design Week, em Milão, e de vários jogos da liga italiana de futebol, ao cancelamento da conferência anual do Facebook, do Carnaval de Veneza e até dos festivais das cerejeiras em flor que todos os anos se realizam em várias cidades do Japão e acolhem milhares de visitantes. Em risco estão também os Jogos Olímpicos de verão, que se deverão disputar em Tóquio de 24 de julho a 9 de agosto.

A capital do país do sol nascente sabe algumas coisas sobre cancelamentos e, em particular, sobre cancelamentos de Jogos Olímpicos. Em julho de 1938, os Jogos Olímpicos da XII Olimpíada, previstos para 1940 em Tóquio, foram cancelados por causa da guerra sino-japonesa, que começara um ano antes, e não, ao contrário do que geralmente se pensa, devido à Segunda Guerra Mundial. Ao princípio, as autoridades japonesas tinham adiado a Feira Mundial, também agendada para 1940 e que nunca se realizou, mas os esforços de guerra obrigaram ao cancelamento definitivo dos Jogos.

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