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Tóquio 2020

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Jogos Olímpicos

Não foi no Maracanã mas o desfecho foi o mesmo: Brasil volta a conquistar a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos

Brasileiros marcaram primeiro, quando já haviam falhado uma grande penalidade, e a Espanha empatou a meia hora do fim. No prolongamento, com equipas quase renovadas, Malcom fez o golo decisivo

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Francois Nel

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O Olimpo e o futebol brasileiro já identificaram o pé dourado que sucede a Neymar Jr. Malcolm, aos 108’, fez o golo decisivo na final do torneio de futebol dos Jogos Olímpicos, no Estádio Nissan, contra a Espanha, e garante assim o bis olímpico.

O Brasil, com Daniel Alves no onze, marcou primeiro, já muito perto do intervalo. Antes, já Richarlison, o avançado do Everton, havia falhado um penálti.

A meia hora do fim, Mikel Oyarzabal, um jogador que esteve no Campeonato da Europa, empatou e garantiu mais alguns tempos de incerteza.

Com substituições que nunca mais acabavam, o jogo foi finalmente para prolongamento. Pedri, que leva já 73 jogos disputados esta época, o recorde mundial, ultrapassando Bruno Fernandes, não foi substituído.

O golo decisivo foi marcado a 12 minutos do último apito da final dos jogos Olímpicos. Malcom, um futebolista do Zenit de 24 anos, resolveu o duelo.

O Brasil repete assim o ouro olímpico que havia garantido em 2016, quando Neymar marcou o penálti decisivo contra a Alemanha, no Maracanã, depois de um 1-1 nos 120 minutos.

A Espanha, que não consegue imitar a turma de 1992, repete assim o feito de prata dos rapazes de 2000, em Sidney, que perderam a final contra os Camarões de Samuel Eto’o.