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Jogos Olímpicos

“Um rei europeu na prova-rainha”: 100 metros para a glória

O escritor leva-nos até 1992 no Dejà Vu desta semana: "Para se chegar ao último europeu a ganhar a medalha de ouro na prova mais rápida do calendário olímpico é preciso saltar (ou correr muito depressa) até ao ano dos Jogos Olímpicos de Barcelona, e encontrar o britânico Linford Christie, na altura já um veterano de 32 anos, na sua derradeira tentativa a sério de alcançar a glória suprema"

Bruno Vieira Amaral

Neal Simpson - EMPICS

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Se a maratona simboliza, melhor do que qualquer outra, o espírito olímpico, a prova-rainha dos Jogos Olímpicos será sempre a dos 100 metros. E aí o Velho Continente tem representado o papel de parente pobre. Em 28 provas, só por cinco vezes o vencedor tinha sido um atleta europeu. Desde o passado domingo são seis. O italiano Marcell Jacobs juntou-se a Harold Abrahams, Armin Hary, Valeriy Borzov, Allan Wells e Linford Christie, numa lista dominada por atletas dos Estados Unidos da América, num total de 16 triunfos, com Carl Lewis a ser o único dos norte-americanos a vencer por duas vezes (na pista ganhou apenas em 1984, mas recebeu a medalha de ouro em 1988 após a desclassificação do malogrado Ben Johnson).

Para se chegar ao último europeu a ganhar a medalha de ouro na prova mais rápida do calendário olímpico é preciso saltar (ou correr muito depressa) até 1992, ano dos Jogos Olímpicos de Barcelona, e encontrar o britânico Linford Christie, na altura já um veterano de 32 anos, na sua derradeira tentativa a sério de alcançar a glória suprema.

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