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Tóquio 2020

Tóquio 2020

Jogos Olímpicos

Os dez momentos políticos nos Jogos de Tóquio

Os XXXII Jogos Olímpicos da era moderna não registaram boicotes políticos. Mas muitos atletas aproveitaram o relaxamento das proibições em matéria de manifestações políticas, religiosas ou raciais para alertarem para as suas causas. Em algumas competições, previsivelmente tensas em virtude dos países em contenda, os atletas deixaram a política fora dos recintos. Mas no judo masculino, subiu mesmo ao tapete...

Margarida Mota

Gregory Shamus

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1. Estados Unidos-Irão: uma lição de decência

A equipa olímpica de basquetebol dos Estados Unidos não é mais o Dream Team dos Jogos de Barcelona, de 1992. Mas o talento chega e sobra para colocar qualquer adversário em sentido.

Quis o sorteio do torneio olímpico de basket que, na fase de grupos, os EUA defrontassem o Irão. Fora dos recintos desportivos, as duas nações não se falam. Estão de relações cortadas deste 1979, ano em que triunfou a Revolução Islâmica liderada pelo ayatollah Ruhollah Khomeini, e atualmente só contactam indiretamente.

É o que acontece, desde há meses, em Viena, para tentar relançar o acordo internacional sobre o programa nuclear iraniano. As duas delegações diplomáticas estão alojadas em hotéis diferentes, não muito distantes, cabendo aos mediadores andarem entre um e outro a transportar mensagens.

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