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Liga dos Campeões

Eles criaram o jogo. Agora, vão dominá-lo

Os clubes da Premier League não são só para consumo interno, porque o dinheiro que têm pede muito mais. Este sábado, Liverpool e Tottenham disputam a final da Champions

LÍDIA PARALTA GOMES E PAULO ANUNCIAÇÃO

Charlotte Wilson/Offside

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É como estarmos anos e anos sentados numa cadeira a assistir à formação da tempestade perfeita lá fora. Aquela em que as duas finais das duas competições europeias de clubes têm apenas uma cor: a cor do campeonato mais competitivo e rico do Mundo, a Premier League. Liverpool, Tottenham, Arsenal e Chelsea. Curiosamente, nenhum deles foi campeão de Inglaterra, mas será entre eles que as taças europeias ficarão distribuídas. Na quarta-feira, em Baku, capital do Azerbaijão, o Chelsea foi mais forte que o Arsenal na final da Liga Europa (vitória por 4-1) e hoje, numa localização um pouco mais conveniente, o Wanda Metropolitano, em Madrid, Liverpool e Tottenham jogam a final da Liga dos Campeões (20h, TVI e ElevenSports1).

Não será a primeira vez que duas equipas do mesmo país jogam a final de uma competição europeia. Nos últimos 10 anos, aconteceu três vezes na Champions e outras três na Liga Europa (uma delas, em 2010/11, com duas equipas portuguesas, FC Porto e Sp. Braga). Mas um único país ocupar os quatro lugares das duas finais é caso único. E tudo isto se explica com factos, mas essencialmente com números. Porque o dinheiro faz o Mundo girar e há mais dinheiro na Premier League do que em qualquer outro campeonato do planeta.

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