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Messi no PSG? "É muito bem-vindo", admite Tuchel (e mais reforços também)

Depois da derrota do PSG na final da Liga dos Campeões, Thomas Tuchel foi questionado sobre a possível contratação de Lionel Messi e disse que, obviamente, gostava de ter o argentino, mas que o que o precupa mais agora é a profundidade do plantel, depois de algumas saídas importantes

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Michael Regan - UEFA

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Sim, mas... Depois da derrota do PSG na final da Liga dos Campeões, frente ao Bayern de Munique, Thomas Tuchel foi questionado pelos jornalistas sobre a possibilidade de uma das próximas transferências do clube francês ser Lionel Messi. O treinador alemão, admitiu que gostava, mas está mais preocupado, de momento, com as saídas da equipa.

"Ele é muito bem-vindo", começou por dizer, sobre Messi, "mas perdemos Edinson Cavani e Thomas Meunier", prosseguiu. "Vamos perder também o Thiago Silva", acrescentou, referindo-se ao final do contrato do capitão da equipa.

"O Bayern está a investir. Se queremos competir a este nível, temos de usar a janela de transferências para aumentar o tamanho do plantel. A próxima época será muito exigente", considerou.

E voltou ao tema Messi: "Há algum treinador que diga 'não' a Messi? Decidimos não falar de transferências. Só nos vamos sentar nos próximos dias. Acho que Messi vai acabar a sua carreira no Barcelona", concluiu.

Sobre a final, Tuchel lamentou a falta de eficácia à frente da baliza, principalmente por parte de Mbappé. "Foi decisivo. Já tinha tido essa sensação de que o primeiro golo decidiria o jogo. Infelizmente o Kylian estava com falta de ritmo, voltou há pouco de lesão. Tivemos a atitude necessária, mas não tivemos sorte suficiente", disse.

"Temos de elevar novamente o nosso nível, para nos mantermos. Mostrámos que conseguimos competir com as melhores equipas. Com esta atitude e com esta mentalidade somos fortes. Podemos ficar orgulhosos disso."

No final ganharam os adultos

Não foi o melhor dos jogos destas duas semanas de Champions em Lisboa, mas a final da Liga dos Campeões foi, de certa maneira, paradigmática: uma equipa mais experiente, habituada a isto das finais, a ser mais inteligente, mais coesa, a quem bastou apenas uma jogada perfeita, e outra equipa a ceder ao momento, a tentar a magia quando a magia teimava em não aparecer. O Bayern venceu o PSG por 1-0, graças ao cérebro de Thiago, Kimmich e Muller e a um muro chamado Neuer. E os franceses vão seguramente aprender com a dor