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Presidente do Castêlo da Maia garante que voleibolistas visados pelo SEF estão legais e "têm 20 dias para apresentar documentação"

Celestino Fonseca frisa à Tribuna Expresso que comunicado do SEF, em que se lê que cinco atletas do clube foram notificados para abandonar o país, está incorreto, já que os voleibolistas, três brasileiros, um chileno e um bielorrusso, estão legais, têm contrato de trabalho e terão apenas de apresentar os documentos nos próximos 20 dias

Lídia Paralta Gomes

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O presidente do Castêlo da Maia garante que os cinco atletas visados pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) estão legais e que a informação avançada pelo SEF está incompleta, já que o os atletas têm 20 dias para apresentar documentação e apenas se não o fizerem serão notificados para abandonar o país.

“Terão de lançar toda a documentação numa plataforma do SEF nos próximos 20 dias. Os atletas estão legais, têm contrato de trabalho, salário, número de contribuinte e morada. Aliás, se não tivessem estes documentos nem sequer poderiam ter sido inscritos pela Federação Portuguesa de Voleibol”, diz Celestino Fonseca, líder do histórico clube do voleibol nacional, à Tribuna Expresso.

A ação do SEF visou três atletas brasileiros, um chileno e um bielorrusso.

De acordo com Celestino Fonseca, os atletas não apresentaram a documentação devido aos problemas que o clube tem tido em conseguir marcações junto ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e que todos os anos os clubes têm dificuldades em conseguir que os atletas sejam recebidos no SEF.

“A única diferença é que este ano houve uma ação do SEF. Tínhamos marcação para setembro, altura em que a época já acabou”, frisa.

Os atletas terão então 20 dias para provar que estão legais no país e só em caso de falharem a apresentação da documentação no final deste período serão notificados para abandonar voluntariamente o país.