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Patrícia Mamona: um salto feito num oito

A portuguesa terminou em 8.º lugar a final do triplo salto nos Mundiais de Atletismo que decorrem em Doha com 14,40m, a 33 centímetros de uma hipotética medalha

Pedro Candeias

ANDREJ ISAKOVIC/Getty

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Patrícia Mamona terminou o concurso do triplo do salto na 8.ª posição nos Mundiais de Doha, a 33 centímetros de uma hipotética medalha que, para se concretizar, obrigaria a portuguesa a saltar mais longe do que alguma vez saltou. Isto porque a 3.ª classificada, a colombiana Caterine Ibarguen, registou o melhor ensaio nos 14,73m; a melhor marca pessoal de Patrícia Mamona é 14,65m (recorde nacional), nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016.

Apesar de ter alcançado a melhor marca do ano ao ar livre logo à primeira tentativa, a verdade é que a saltadora do Sporting nunca mais conseguiu chegar-se à elite; na realidade, todos os saltos seguintes foram abaixo do original.

O triunfo coube à venezuelana Yulimar Rojas que pulou imediatamente para a liderança com um registo notável: 15,37m, à segunda. A medalha de prata coube à jamaicana Shanieka Ricketts, com 14,92m

Estes foram os seis saltos de Patrícia Mamona: 14,40m, 14,34m, 14,30m, 14,17m, e duplo salto nulo.