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Fábio Magalhães: "Mantivemos o coração quente e a cabeça fria, a nossa vontade era dedicar o apuramento ao Quintana e à família dele"

No dia em que comemorou a sua internacionalização número 150, o jogador do FC Porto foi parte essencial da qualificação olímpica de Portugal

Lusa

Alexandre Dimou/Getty

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O dia da 150.ª internacionalização de Fábio Magalhães foi também o dia mais importante da história do andebol português de seleções. E o jogo acabou com uma dedicatória especial.

"Nós, mais do que nunca, e pelos motivos óbvios, queríamos isto [por Alfredo Quintana]. Ontem [derrota com a Croácia], foi uma tristeza enorme, mas hoje foi incrível. Começámos mal, mas fomos atrás do jogo até ao fim e foi muito bom. Mantivemos o coração quente e a cabeça fria, pois a nossa vontade era dedicar o apuramento ao Quintana e à família dele. No último lance estávamos todos no braço do Rui e o Quintana também. O Rui estava confiante e não falhou", sublinhou o jogador do FC Porto.

Magalhães frisou ainda importância do feito da Seleção Nacional, impensável há alguns anos: "É muito difícil pôr em palavras o que estamos a sentir. É um sonho ir aos Jogos Olímpicos. Até há uns anos era impensável estar a este nível, mas a prova disso é que estamos a batalhar com as melhores seleções e hoje, com a França, a vitória caiu para nós".

Sobre a sua 150.ª internacionalização, Fábio Magalhães diz que é um dia que "ficará marcado para sempre".

"É a concretização de um sonho enorme e agora vamos fazer os possíveis por merecer estar lá [em Tóquio2020]”, confessou.