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Depois de ser abalroado, Miguel Oliveira espera estar na última prova do ano, em Valência: “Fiz alguns exames médicos e nada foi detetado”

O piloto português sofreu uma queda feia no GP Algarve, no domingo, causada pelo espanhol Iker Lecuona, e saiu mesmo de maca da pista. O impacto assustou, mas parece não ter deixado mazelas que impeçam o homem da KTM de estar no GP Valência, daqui a uma semana. Ainda assim, Oliveira sublinha que será necessário "controlar todos os sintomas que possam aparecer nos próximos dias"

Lusa

Steve Wobser

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O português Miguel Oliveira (KTM) assumiu esta segunda-feira a esperança de estar no Grande Prémio da Comunidade Valenciana, no domingo, para a última etapa do Mundial de MotoGP, um dia depois de ter sofrido uma queda, em Portimão.

O piloto natural de Almada foi abalroado pelo espanhol Iker Lecuona (KTM), na penúltima volta do Grande Prémio do Algarve, num acidente que colocou termo à 17.ª corrida do campeonato do mundo de motociclismo de velocidade, vencida pelo italiano Francesco Bagnaia (Ducati).

“Após a corrida de domingo, fiz alguns exames médicos, nos quais não foi nada detetado em nenhum deles. Temos de controlar todos os sintomas que possam aparecer nos próximos dias, mas tudo parece correr de uma forma positiva”, reafirmou Miguel Oliveira, em declarações reproduzidas pela assessoria de imprensa da sua equipa.

Miguel Oliveira sofreu uma queda após um toque de Lecuona na 23.ª das 25 voltas ao Autódromo Internacional do Algarve (AIA), quando seguia no 10.º lugar, tendo sido transportado para o centro médico do circuito, por precaução, e, posteriormente, para o hospital.

O acidente foi sinalizado com bandeira vermelha e a interrupção terminou antecipadamente a corrida algarvia, por já terem sido percorridos 75% da prova.

“Foi uma pena, a corrida estava a correr muito melhor do que todas as outras sessões durante o fim de semana. Estava a tentar terminar no ‘top-10’, depois de um muito bom arranque, e fiquei desapontado pelo acidente, mas continuamos em frente e esperançoso em ter uma última boa corrida, em Valência”, afirmou o português, que tinha partido da 17.ª posição da grelha.

O Mundial de MotoGP termina no domingo, em Valência, em Espanha.