Tribuna Expresso

Perfil

  • Muito prazer em conhecer, eu sou o fenómeno Mbappé Nazário dos Campos

    França

    A melhor coisa dos Mundiais são as memórias e um quase adolescente francês deu-nos uma para recordarmos este, para sempre, como o dia em que Kylian Mbappé marcou dois golos, desmontou adversários em corrida e foi, literalmente, imparável na vitória (4-3) da França contra a Argentina. A seleção de Lionel Messi, sabe-se lá bem como, foi-se mantendo viva enquanto sofria um atropelamento com fuga de um fenomenal jogador que tem muitas coisas do Fenómeno que conhecemos em tempos

  • Salve, Maradona

    Argentina

    Na altura em que Diego Maradona volta à ribalta, por ter precisado de assistência médica quando assistia ao jogo que qualificou a seleção argentina para os oitavos de final do Mundial de futebol, que disputará este sábado contra a França, reproduzimos um artigo publicado na Revista de 20 de dezembro de 2008 sobre a antiga estrela e a igreja criada em seu nome, a Igreja Maradoniana, Mão de Deus, que tem muitas dezenas de milhares de fiéis em mais de meia centena de países

  • Os dedos de Deus (a crónica de uma mãe argentina)

    Argentina

    Este jogo foi visto entre a secretária do jornal em dia de fecho e a sala da minha casa, a correr para a cozinha e a assistir duas crianças pequenas. Uma pessoa até fica doida, quem é que põe jogos destes às sete da tarde? Que alma pouco caridosa faz uma afronta dessas a uma mãe argentina?

  • Os argentinos têm huevos a mais

    Grupo D

    Pareceu, durante 45 minutos, que a Argentina tinha encontrado os arames para se prender, como uma equipa, à genialidade de Lionel Messi. Até que a Nigéria marcou e os argentinos regrediram à sua forma guerreira, lutadora e atabalhoada de estar em campo. Os huevos que eles tanto dizem serem precisos, e que tão mal lhes têm feito ao futebol nos últimos anos, foram o que os salvou (2-1), num golo do improvável Marcos Rojo, que acabou com uma Pulga às cavalitas - enquanto a loucura geral tinha Maradona, na bancada, a mostrar os dois dedos do meio

  • Ángel Cappa: “As equipas que ganham sem merecer indignam-me. Isso indigna-me como qualquer outra injustiça”

    Mundial 2018

    Treinou na Argentina, Espanha, Peru, México e África do Sul e ajudou César Menotti (Espanha-82 e Barcelona) e Jorge Valdano (Real Madrid e Tenerife). Ángel Cappa, ex-treinador argentino de 71 anos, estudou Filosofia e tem andado numa guerra que mais parece eterna contra aqueles que só querem saber do resultado e que dividem este desporto entre vencedores e derrotados (hoje é dia de Argentina-Croácia, 19h, SportTV1)

  • Roberto Ayala à Tribuna Expresso: "A Espanha mostrou melhores processos, mas do outro lado está o jogador que decide jogos - Ronaldo"

    Argentina

    Antigo central argentino, com 115 internacionalizações e 63 jogos como capitão (um recorde), está na Rússia como comentador e ainda antes do Argentina-Islândia avisou-nos que falta um processo de jogo à equipa de Messi. Sobre o Portugal-Espanha, viu os espanhóis melhor. Só que a Seleção Nacional tem um jogador que de um momento para o outro "decide jogos". Cristiano, pois claro

  • E os vikings travaram mais um gigante no dia não de Messi

    Grupo D

    Depois de Portugal e Inglaterra no Euro 2016, a Islândia voltou a surpreender um favorito numa grande competição. Nada mais, nada menos que a Argentina de Lionel Messi, que na estreia na Rússia não conseguiu mais que um empate (1-1) frente a uma muito bem organizada equipa nórdica. Foi uma surpresa, é certo, mas será cada vez menos

  • Fernando Signorini: "Se fosse o Messi, tinha dito que não à convocatória. Que joguem aqueles que o criticam"

    Mundial 2018

    Esteve em quatro Mundiais (1986, 1990, 1994 e 2010) e passou muitos anos, sobretudo, a cuidar da forma de Diego Armando Maradona, antes de olhar pela de Lionel Messi. A Tribuna Expresso falou com Fernando Signorini, antigo preparador físico da Argentina, no dia em que a seleção joga com a Islândia (14h, Sport TV1). Além da Pulga inevitável e da "crise" do futebol argentino, a conversa tocou na falta que fazem outra mentalidade e mais jogadores que, no fundo, pensem - porque "ganhar nunca é uma obrigação, é sempre uma possibilidade" e "um grau de tecido cerebral pesa mais do que 80 quilos de músculo"