Tribuna Expresso

Perfil

NBA

NBA quer retomar competição no Walt Disney World Resort em julho

A NBA anunciou que está a negociar com a Disney para disputar a parte final do campeonato em Orlando, no resort da Disney, que tem nove campos disponíveis

lusa

Julio Aguilar

Partilhar

A liga norte-americana de basquetebol (NBA) está a negociar com a Walt Disney para retomar a competição de forma concentrada na Florida em finais de julho, depois de a prova ter sido interrompida devido à covid-19.

Os jogos poderiam ser realizados no ESPN Wide World of Sports Complex, uma estrutura localizada no Walt Disney World Resort, em Bay Lake, próximo de Orlando, na Florida, uma infraestrutura que inclui nove campos e que acolhe vários eventos desportivos amadores e profissionais durante o ano.

Esta estrutura pode albergar vários jogos em simultâneo, pelo que o espaço não constituirá um problema, mesmo que a liga norte-americana de futebol, que também está em negociações para retomar sua temporada na Disney, esteja a decorrer ao mesmo tempo da NBA, visto que o complexo tem aproximadamente 40 quilómetros quadrados e 24 mil quartos de hotel que pertencem e são operados pela Disney.

O porta-voz da NBA, Mike Bass, revelou que as negociações com a Disney ainda estão numa fase exploratória, mas mostra-se otimista.

"A nossa prioridade continua a ser a saúde e a segurança de todos os envolvidos, e estamos a trabalhar com especialistas em saúde pública e com funcionários do Governo para definir as diretrizes e garantir que os protocolos sanitários e de segurança serão cumpridos a rigor”, disse.

A NBA suspendeu sua temporada a 11 de março e foi a primeira das principais ligas profissionais dos Estados Unidos a fazê-lo depois de se tornar público que o basquetebolista Rudy Gobert, do Utah Jazz, testou positivo para a covid-19.

Entretanto, a lista de jogadores da NBA com testes positivos da covid-19 subiu para uma dezena, mas os nomes dos atletas infetados não foram divulgados, embora o comissário Adam Silver tenha afirmado no mês passado que o número real de infetados era mais alto do que os dez casos que foram reportados.

A NBA tem vindo a trabalhar há várias semanas em inúmeros cenários de retorno da competição, tendo como denominador comum a criação de condições para testar sucessivamente os atletas à covid-19, e as equipas estão autorizadas desde o passado dia 8 de maio a regressar aos treinos nas respetivas instalações, ainda que não seja, para já, permitida a presença de mais de quatro jogadores a treinar em simultâneo.

Carlos Barroca: "Fui ao balneário dos Bulls. Estavam lá 50 jornalistas, todos em cima do Michael Jordan, só via a careca dele a brilhar"

Ainda enquanto comentador televisivo, Carlos Barroca narrou as três despedidas de Michael Jordan do basquetebol. Hoje vice-presidente das operações da NBA na Ásia, está agora em Portugal, a trabalhar com fusos horários de Nova Iorque e Xangai, mas arranjou tempo para assistir à série documental "The Last Dance", que conta a carreira e a última época do ex-jogador com os Chicago Bulls, cujos últimos episódios estrearam esta semana. O português achou-a "fabulosa", explicou os porquês à <strong>Tribuna Expresso</strong> e resumiu a admiração que tem pela "excelência" de Michael Jordan: "Numa altura em que não havia redes sociais, se alguém vendeu a NBA para o mundo inteiro, foi claramente ele"