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NBA

Ao estilo de Michael Jordan, Chris Paul é decisivo na vitória dos Suns no primeiro jogo da final da NBA

De um lado Chris Paul inspirado, do outro Giannis Antetokounmpo recuperado após lesão. No fim, os Suns foram a melhor equipa no primeiro jogo da final da NBA

Rita Meireles

Christian Petersen

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Chris Paul demorou 16 épocas para jogar uma final da NBA, mas quando jogou não fez a coisa por menos. O jogador foi decisivo na vitória dos Phoenix Suns por 118-105, frente aos Milwaukee Bucks, ao somar 32 pontos, metade deles ao longo do terceiro tempo, e nove assistências. Desde 1991 que um jogador não conseguia ultrapassar a marca dos 30 pontos e oito assistências num jogo da final. O último foi Michael Jordan.

Quem também não faltou à chamada por parte dos Suns foram Devin Booker e Deandre Ayton. O primeiro aparece logo a seguir a Paul na lista dos melhores marcadores, com 27 pontos marcados. Já Ayton não se mostrou intimidado pela decisão do treinador dos Bucks de colocar PJ Tucker a defendê-lo e chegou à marca dos 22 pontos.

Apesar da derrota, a grande surpresa da noite veio do lado de Milwaukee. Giannis Antetokounmpo, em dúvida até ao último momento devido a uma lesão no joelho esquerdo, foi a jogo quando já muitos davam a época do grego como acabada. Incluindo o próprio, que confessou que após a lesão achou que estaria parado durante um ano. Giannis jogou 35 minutos e terminou o jogo com 20 pontos, insuficientes para fazer frente ao adversário.

No final da partida, Monty Williams, treinador dos Suns, confessou que planeou o jogo a contar com a presença do grego sobre quem “todas as histórias relatam o quanto trabalha arduamente o corpo” e por isso “iria trabalhar arduamente e encontrar uma forma de voltar, especialmente nas finais”, disse.

O segundo jogo está marcado para a próxima sexta-feira, às 2 horas portuguesas, e será de novo na casa dos Suns.