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Pronto, acabou-se: as 26 letrinhas que explicam a sórdida liga portuguesa

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Isto é meu e só meu e de mais ninguém

Isto é meu e só meu e de mais ninguém

Octavio Passos

A, de Aves
Vítima de uma série de equívocos, aligeiremos os termos, o Desportivo das Aves é o último case study do futebol português, que nos deu anteriormente muito material para argumentos e guiões conspirativos. Quando a queda à II Liga ficou consumada, a SAD decidiu tornar públicas medidas extraordinárias: não jogar os jogos com o Benfica (penúltima jornada) e Portimonense (última jornada), alegando falta de quorum e a caducidade do seguro de trabalho. A seguir, fecharam-se portas, esconderam-se chaves do autocarro, retirou-se a Taça de Portugal conquistada em 2018, até chegarem os humilhantes arrestos e as inevitáveis buscas da Polícia Judiciária.

B, de Bruno Lage
O treinador do milagre de 2019 - nascido quando uma luz misteriosa se apagou, enfim, da cabeça de Luís Filipe Vieira - acabou despedido pelo patrão, em conferência de imprensa, sem que se tivesse apercebido disso. Foi o desfecho natural para uma agonia emocional e competitiva que levou o Benfica a resultados negativos históricos. Bruno Lage perdeu-se nas suas justificações e nas demoradas explicações que dava em conferências de imprensa, durante as quais dava respostas elaboradas para a dúvida essencial: porque é que o Benfica jogava mal futebol? Em campo, nunca resolveu o enigma.

C, de Conceição
Houve um momento em que Sérgio Conceição teve quase tudo contra ele: os adeptos, parte dos administradores e até o capitão de equipa Danilo. Foi o problema das festas fora de horas de Uribe & Ca. e também as críticas internas tornadas públicas, o caso do “boi” com o treinador do Belenenses SAD, as contratações que tardaram em resultar, a derrota na final da Taça da Liga e a distância de sete pontos para o Benfica. Depois, com a ajuda de Pinto da Costa, converteu os dissidentes e os críticos à causa e terminou o campeonato com cinco pontos de vantagem sobre os encarnados. Em três anos, com o clube em francas dificuldades financeiras, conquistou dois títulos.

D, de despedidos
FC Porto, Rio Ave, Famalicão, Gil Vicente, Santa Clara, Tondela, Vitória de Guimarães são as exceções desta época numa certa forma de estar à portuguesa: são os únicos clubes que terminaram a época com o treinador com que a tinham começado. Recupero aqui alguns casos de brutal instabilidade: Sporting (Keizer, Silas, Leonel Pontes e Rúben Amorim), Braga (Abel, Sá Pinto, Rúben Amorim, Custódio e Artur Jorge), Benfica (Bruno Lage e Nelson Veríssimo), Desportivo das Aves (Augusto Inácio, Nuno Manta Santos), Marítimo (Nuno Manta Santos e José Gomes), Vitória de Setúbal (Sandro, Meyong, Júlio Velázquez e Lito Vidigal).

E, de eleições
O FC Porto foi a votos e, pela primeira vez na era Pinto da Costa, houve outros dois candidatos a concorrer contra o decano presidente. Os resultados foram os seguintes: Pinto da Costa teve 68,65%, José Fernando Rio, 26,44%, e Lobo, 4,91%. No Benfica, as eleições acontecem em outubro, mas a corrida já aqueceu: Vieira irá enfrentar Rui Gomes da Silva, João Noronha Lopes e, à condição, Bruno Costa Carvalho também se apresentou. Na Liga, Pedro Proença sobreviveu à retirada de confiança do Benfica e manteve-se à frente da entidade que organiza as competições profissionais.

F, de Fábio Martins
O futebol profissional estupidificou os jogadores aos olhos e aos ouvidos do público, que quase antecipam os chavões das flash interviews. Só que o problema não está nos atletas, mas no controlo absurdo que é sobre eles exercido pelas máquinas de propaganda, perdão, comunicação do clubes. Felizmente, temos Fábio Martins, do Famalicão, sempre pronto a apoiar colegas de outros emblemas, a criticar a organização da Liga, a interagir pedagogicamente com os adeptos nas redes sociais e a alertar para algumas palermices das transmissões televisivas.

G, de Gverreiros
E que tal esta época do Sporting de Braga? Venceu a Taça da Liga, frente ao FC Porto, chegou aos 16 avos de final da Liga Europa e terminou a Liga no terceiro lugar, garantindo a entrada direta na fase de grupos da Liga Europa em 2020-21. Fê-lo numa época particularmente complicada, que começou com Abel e terminou com Artur Jorge no comando da equipa técnica.

H, de hegemonia
Visto de fora, parece que o Benfica se acostumou demasiado à ideia da hegemonia, que deve ser praticada e não propagandeada. Nos últimos três anos, o Benfica perdeu dois campeonatos para o FC Porto e terminará a década com os mesmos títulos nacionais do que o rival intervencionado. Porque, nestas contas, o que realmente interessa não são as Taças da Liga, as Taças de Portugal ou as Supertaças, mas sim a faixa que os encarnados acharam poder encomendar por decreto. Por terem mais dinheiro e por estarem alegadamente 10 anos à frente da concorrência. Obviamente, uma falácia.

I, de Idan Ofer
Nestas coisas nunca é de fiar, mas para já este investidor israelita pôs o Famalicão num lugar que muitos julgariam impensável - o de poder disputar uma vaga nas competições europeias. Não aconteceu por um triz, na última jornada, mas para a história desta Liga fica uma das equipas que melhor jogou futebol, apoiado e ofensivo, sustentada numa política criativa de empréstimos e com um treinador, João Pedro Sousa, preparado para objetivos maiores.

J, de Jovane
O jovem cabo-verdiano foi uma das figuras da retoma leonina na retoma do campeonato, marcando cinco golos (até de livre direto) que levaram o Sporting a sonhar com coisas impossíveis. Poderoso, enérgico e destemido, Jovane Cabral foi no entanto travado por adversários mais fortes e experientes nos duelos com o FC Porto e com o Benfica, protelando assim a sua eventual explosão.

K, de Kleper
Nome próprio de Pepe, o central veterano que voltou ao FC Porto para se tornar campeão aos 37 anos - o jogador de campo mais velho a conquistar o título na história dos dragões. O luso-brasileiro, que lidera a equipa pela experiência e virilidade, foi um dos indiscutíveis de Sérgio Conceição e, apesar do adiamento do Euro2020, será difícil também não o ser para Fernando Santos na Seleção.

L, de Liga
Em alguns episódios, a Liga Portugal foi ultrapassada pela Federação Portuguesa de Futebol, mais rica e politicamente influente do que o organismo de Pedro Proença. Aconteceu assim na reunião de São Bento, em que Proença foi chamado à última da hora para marcar presença numa reunião em que se alinhavam, justamente, as ideias para a retoma do futebol português. Por outro lado, a Liga continua a não cortar a direito nos casos de salários em atraso - que são crónicos em alguns clubes que, ainda assim, competem na I Liga -, de contratos e de empréstimos encapotados e dos jogos de influências nos bastidores.

M, de Marega
Podia aqui falar do golo de livre direto diante do Moreirense ou da bola picada sobre Max contra o Sporting, dois lances que contrariam a tese que diz que Marega (15 golos na Liga) não é jogador para o FC Porto. Mas o destaque, aqui, vai para a coragem do maliano ao abandonar o relvado, em Guimarães, quando se fartou dos insultos e das imitações de sons de macaco sempre que tocava na bola. Os dois piretes de Marega puseram o sal necessário numa ferida aberta que muita gente garantia não existir em Portugal: o racismo.

N, de Nakajima
Uma das histórias mal contadas deste campeonato é a de Nakajima: o que aconteceu ao avançado na retoma do campeonato? Teve medo por ele? Pela mulher? Ter-se-á incompatibilizado com o treinador e com a estrutura? Porque não recebeu, sequer, a medalha de campeão em campo?

O, de Oliveira
Vítor Oliveira pegou numa equipa que subiu administrativamente do Campeonato de Portugal à I Liga e deixou-a num notável 9.º lugar. Aos 66 anos, um dos mais experientes e bem cotados treinadores portugueses, jogou o seu jogo contra os jovens lobos, ganhando alguns e perdendo outros, mas mantendo sempre a coerência do discurso. Foi, confessou ele, apanhado desprevenido quando o Gil negociou a contratação de um novo técnico nas suas costas, mas levou o barco até ao fim.

P, de pandemia
A covid-19 virou o futebol do avesso. Houve uma paragem por tempo indeterminado, uma segunda pré-época limitadíssima e um regresso cheio de condicionalismos e de protocolos sanitários. A qualidade do jogo desceu e isso serviu de álibi perfeito para os treinadores cujas equipas já vinham em decréscimo qualitativo acentuado. Eles sabem de quem estamos a falar.

Q, de quarto
O Sporting partiu para 2019-20 embalado por duas conquistas altamente improváveis: a Taça da Liga e a Taça de Portugal, ambas com o treinador Marcel Keizer, holandês desconhecido, mas criteriosamente escolhido por Frederico Varandas. Havia purpurinas no ar e também um cheiro a confiança - e depois veio a Supertaça perdida (0-5) para o Benfica. E a seguir o péssimo mercado de transferências e a sucessão de treinadores. No final, correu praticamente tudo mal: ficou em quarto lugar, atrás do Braga, foi afastado da final da Taça da Liga pelo mesmo Braga e caiu estrondosamente na Taça de Portugal diante do Alverca.

R, de Rúben Amorim
O treinador foi apresentado no Braga a um mês de fazer 35 anos e chegou com um discurso jovem, irreverente e preparado. Transformou-se rapidamente no técnico da moda, batendo FC Porto, Sporting e Benfica, e deu um salto espetacular quando Frederico Varandas decidiu pagar a cláusula de rescisão de 10 milhões de euros. Bom, ainda não a pagou, mas o resto da história é mais interessante ainda: Amorim foi para Alvalade e terminou o campeonato em quarto lugar, com os mesmos pontos do Braga que beneficiou, no confronto direto, de um triunfo diante do Sporting quando Amorim ainda liderava a equipa.

S, de Santa Clara
O Santa Clara bateu o recorde de pontos somados na primeira divisão e terminou a Liga no 10.º posto. Mais do que isso, fê-lo num contexto de absoluta incerteza, pois a equipa foi forçada a deixar os Açores, a treinar no continente e a competir num estádio emprestado por causa da Covid-19. Um trabalho notável.

T, de Taremi
O avançado é o cabeça-de-cartaz do Rio Ave que garantiu a última vaga disponível para poder competir na Liga Europa. Com 18 golos marcados - ao FC Porto e Benfica, inclusivamente, - o talentoso iraniano mostrou ter argumentos para jogar um nível acima da equipa de Vila do Conde que, treinada por Carlos Carvalhal, até foi uma das melhores desta Liga.

U, de United
O Manchester United veio a Portugal e despejou 55 milhões de euros nos cofres do Sporting para levar Bruno Fernandes. O melhor jogador em Portugal, que quebrara o recorde de golos marcados por um médio em ligas europeias, saiu para Inglaterra e deixou o campeonato nacional ainda mais pobre. E deficitário.

V, de Vinicius
Alto, forte, comprido, mas ainda com algumas lacunas no jogo coletivo, Vinicius foi o goleador do Benfica e do campeonato (19 golos), apesar da titularidade intermitente com Bruno Lage e com Nélson Veríssimo. Talvez Jesus consiga fazer dele o que fez de Slimani: um avançado letal.

W, de Weigl
O Benfica viu nele uma oportunidade de negócio de 20 milhões de euros e o médio internacional alemão decidiu, então, trocar a profissionalíssima Bundesliga pelo sórdido campeonato português. É possível que algo se tenha perdido na tradução, mas isso terá funcionado a favor dos encarnados.

X, de 1x2
O FC Porto ganhou o campeonato somando 26 triunfos e o Benfica venceu 24 jogos; as equipas mais próximas, neste registo, foram Braga e Sporting, que somaram 18 vitórias e ficaram a 22 pontos do 1.º lugar. Repito: 22 pontos.

Y, de Yannick Bolasie
Há dias, a propósito do Sporting, Yannick Bolasie disse “nunca ter visto nada assim durante a carreira” e explicou porquê. “Joguei em grande parte das divisões inglesas e nunca assisti a nada assim na minha carreira, entrar em modo de reconstrução a meio da época, mas foi o que foi”. Bolasie, tal como Jesé e Fernando, foram as contratações de última hora em agosto de 2019 e Frederico Varandas arranjou justificações ótimas para todos os três. Nenhuma delas resultou e o work in progress leonino continua.

Z, de Zé Luís
Sérgio Conceição fez finca-pé por Zé Luís, avançado que passara mais ou menos despercebido por Portugal e que o FC Porto foi resgatar à Rússia por 12,5 milhões de euros. Nâo correu bem, porque o perfil social de Zé Luís não se adequou ao padrão portista e o cabo-verdiano foi perdendo gás e jogos nas pernas à medida que a época avançou.

O QUE SE PASSOU
O Benfica ganhou ao Sporting, atirou os de Alvalade para o quarto lugar e em sentido contrário terminou o Braga, que assim entra diretamente na fase de grupos da Liga Europa. O Rio Ave ocupou a vaga europeia que restava e o Portimonense desceu à II Liga com o Desportivo das Aves. Outros acontecimentos: João Noronha Lopes apresentou oficialmente a candidatura e recebeu o apoio de Ricardo Araújo Pereira, Miguel Oliveira foi abalroado e a Juventus conquistou o nono título consecutivo.

Falemos de “sportinguidade”, uma maneira muito peculiar de as coisas correrem muito mal. Não é apenas perder, é perder de um modo trágico

O escritor Bruno Vieira Amaral cunha uma expressão ao final de época do Sporting, que perdeu o dérbi e terminou o campeonato em 4.º lugar, sem honra nem glória

José Mota: “Apostei uma mariscada com o Rui Jorge em como o André Almeida iria vingar a lateral direito. Ganhei, ele ainda não pagou”

José Mota tem 56 anos e passou 20 deles no FC Paços de Ferreira, primeiro como jogador, depois como treinador e ainda hoje vive na cidade que dá nome ao clube. Conseguiu várias subidas de divisão, passou por 10 clubes, mas o feito maior foi a conquista da Taça de Portugal, cumprindo um sonho de menino. Casado e pai de duas filhas, esteve em hotéis de príncipes e reis, na Tunísia, mas também viveu dias de angustia com ordenados em atraso. Disse a Pimenta Machado que nunca mais lhe apertaria a mão e chegou a ter seis jogadores lançados por si numa mesma convocatória da seleção

Estado de graça, bluff, caído em desgraça: Rúben Amorim já sabe como é, mas saberá ele como vai ser?

As duas leis mais irresistíveis das leis da vida fizeram as suas respetivas aparições no dérbi da Luz: a lei do mais forte, porque Vinicius, que custou €17 milhões, fez o seu 19.º golo e sagrou-se o goleador da Liga; e a Lei de Murphy, que atirou com o Sporting para o quarto lugar, com os mesmos pontos do Braga e derrotado no confronto direto com o adversário. Quem treinava os bracarenses no triunfo (1-0) de fevereiro de 2020? Um tal de Rúben Amorim. Que perdeu os dom da invencibilidade e da intocabilidade: duas derrotas e um empate nas três últimas jornadas da Liga e a entrada discreta nos playoffs da Liga Europa

Ultrapassagens pela direita

A reviravolta do Sp. Braga frente ao FC Porto (2-1) acabou por ser mais do que uma reviravolta: foi uma dupla ultrapassagem pela direita, que levará os minhotos diretamente para a fase de grupos da Liga Europa, depois de garantido o 3.º lugar na Liga - com ajuda do Sporting na Luz, claro. Depois de uma 1.ª parte em que o FC Porto foi a equipa dominadora que muitas vezes não conseguiu ser ao longo do campeonato, o Sp. Braga respondeu com uns últimos 40 minutos incisivos, intensos. Com recompensa no final

Vinícius pensou: o Sporting vai ficar em quarto e são estas pequenas coisas que nos vão dando força para continuar (Um Azar do Kralj)

Vasco Mendonça escreve sobre o Benfica 2-1 Sporting na perspetiva do adepto encarnado que viu o Zizou da Luz a oferecer toda a honra e toda a glória a Vinícius - e que também previu o futuro, numa sala de imprensa

Será Jovane apenas fogo de vista? E será que a Cristina vai para a CMTV? Temas para o verão, por Diogo Faro

As dúvidas existenciais do humorista Diogo Faro no final de um jogo em que o Sporting perdeu com o Benfica, resultando a derrota na descida ao quarto lugar da Liga

Quando perguntam a Lá em Casa Mando Eu se tem um filho preferido, ela responde: "Não, gosto do Diogo Costa e do Diogo Leite da mesma forma"

Catarina Pereira viu o Sp. Braga - FC Porto e apesar da derrota gostou muito de ver os seus filhos a fazerem boas exibições

Um Sarrismo assim-assim, com uma ajuda do Ronaldismo do costume, fez da Juventus campeã

A Juventus só foi, a espaços, uma equipa de Maurizio Sarri, tendo solavancado mais do que se esperaria no estilo de jogo que o clube contratou ao ir buscar o treinador italiano e garantiu a conquista desse título pela nona época consecutiva - selou-a este domingo, com um triunfo diante da Sampdoria (2-0). Com um Cristiano Ronaldo a marcar quase tantos golos quanto os 35 anos que já tem, e que não o parecem estar a abrandar

Miguel Oliveira foi abalroado na 1.ª curva e abandonou o GP da Andaluzia (com vídeo)

No incidente estiveram ainda envolvidos o sul-africano Brad Binder (KTM), que pareceu tocar na traseira da mota de Miguel Oliveira, e o britânico Bradley Smith (Aprilia)

Agora é oficial: João Noronha Lopes anuncia candidatura à presidência do Benfica

O antigo vice-presidente da direção de Manuel Vilarinho apresenta-se, hoje, aos sócios e aos adeptos benfiquistas, em conferência de imprensa

Benfica: Ricardo Araújo Pereira apoia candidatura de Noronha Lopes. E também Pedro Norton, Pedro Ribeiro e António-Pedro Vasconcelos

João Noronha Lopes, gestor que assumiu oficialmente a candidatura à presidência do Benfica na passada quinta-feira, está a ser apoiado por vários conhecidos adeptos benfiquistas, entre os quais antigos dirigentes do clube

ZONA MISTA
"Com eleições daqui a poucos meses, sou o único benfiquista que se sente desapontado por não termos debates entre candidatos na BTV? Não me parece haver melhor canal para conhecermos os projectos e ideias de todos os candidatos e escolhermos o melhor rumo para o nosso clube"
Bernardo Silva, médio do Manchester City, sobre a ausência de debates

O QUE AÍ VEM
Terça-feira
Parma - Atalanta (18h30, Serie A, SportTV1)
Inter - Nápoles (20h45, Serie A, SportTV1)

Quarta-feira
Sassuolo - Génova (18h30, Serie A, SportTV3)
Lazio - Brescia (18h30, Serie A, SportTV2)
Udinese - Lecce (18h30, Serie A, SportTV4)
Sampdoria - Milan (18h30, Serie A, SportTV1)
Cagliari - Juventus (20h45, Serie A, SportTV1)
Fiorentina - Bolonha (20h45, Serie A, SportTV3)
Torino - Roma (20h45, Serie A, SportTV2)

Quinta-feira
Pelicans - Jazz (23h30, NBA, SportTV1)

Sexta-feira
Lakers - Clippers (02h, NBA, SportTV)
Nets - Magic (19h30, NBA, SportTV)
Wizards - Suns (21h, NBA, SportTV)
Trail Blazers - Grizzlies (21h, NBA, SportTV)
Bucks - Celtics (23h30, NBA, SportTV)


Sábado
Spurs - Kings (01h, NBA, SportTV)
Mavericks - Rockets (02h, NBA, SportTV)
Arsenal - Chelsea (17h30, Taça de Inglaterra, SportTV1)
Nuggets - Heat (18h, NBA, SportTV)
Thunder - Jazz (20h30, NBA, SportTV)
Clippers - Pelicans (23h, NBA, SportTV)
Benfica - FC Porto (20h45, Taça de Portugal, RTP)

Domingo
Pacers - 76ers (00h, NBA, SPortTV)
Raptors - Lakers (01h30, NBA, SportTV)
Nets - Wizards (19h30, NBA, SportTV)
Celtics - Trail Blazers (20h30, NBA, SportTV)
Grizzlies - Spurs (21h, NBA, SportTV)
Grande Prémio de Inglaterra, em Silverstone (14h, Fórmula 1, ElevenSports)

HOJE DEU-NOS PARA ISTO

Bolasie, um jogador preparado, feito e de rendimento, segundo Frederico Varandas

Recordando o presidente do Sporting a elogiar o trabalho criterioso de <em>scouting</em> do clube que trouxe Bolasie, Jesé e Fernando para Alvalade. Depois, foi o que se viu