Tribuna Expresso

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  • Dois jogos da treta para se experimentar algo novo

    Portugal

    Se há altura para tentar pôr coisas novas a funcionar, será agora. Portugal joga hoje (19h45) contra Andorra e na segunda-feira frente às Ilhas Faroé, os dois adversários mais acessíveis no apuramento para o Mundial de 2018. Depois de sofrer a primeira derrota na seleção, Fernando Santos poderá fazer algumas experiências

  • O comentador “português” que brilha no Euro (não tanto como o islandês, mas quase...)

    Benjamin da Silva não é islandês (o nome denuncia-o), mas também é um comentador reconhecido pelo mundo do futebol em França. Não só pelo Europeu, mas pelo que comenta todo o ano no canal beIN Sports, juntamente com o parceiro Omar da Silva, ex-jogador do PSG. Juntos, fazem uma dupla que leva os comentários como uma festa. “Temos de sorrir para o jogo”, diz ao Expresso o lusofrancês que costumava ver jogos com o pai na Luz

  • Brexit chega aos relvados

    Islândia conseguiu o impensável e eliminou a Inglaterra por 2-1 com os golos de Sigurdsson e Sigthorsson a selarem a reviravolta. Segue-se agora a França e mais um capítulo no conto de fadas enquanto os ingleses regressam humilhados a casa

  • “Não pode ser só o Ronaldo a resolver os problemas”

    A seleção portuguesa ainda não festejou em França, mas Carlos Secretário não se pode queixar dos jogos que teve esta época no país: subiu o Lusitanos de Saint-Maur, equipa dos arredores de Paris, ao quarto escalão francês. E esteve, como jogador, no último Áustria-Portugal, em 1995

  • Estamos na final, a Áustria também

    Tanto se falou no objetivo de chegar à final que Portugal lá arranjou uma final logo no segundo jogo. Esta noite, contra a Áustria (20h, RTP1), convém ganhar para não ter de pegar na máquina de calcular

  • Deixem jogar o Renato

    Não há motivo para que Fernando Santos não faça, agora, o mesmo que, em 2004, Scolari fez com um jovem de 18 anos, de seu nome Cristiano Ronaldo

  • “Se tentássemos jogar como Portugal, seríamos uma cópia má”

    Heimir Hallgrímsson, co-selecionador da Islândia, diz que o futebol é feito de pragmatismos. Portanto, a estratégia islandesa nunca pode passar pela posse de bola, mas pelo trabalho e pela disciplina. “E carácter.” As explicações de um dos homens responsáveis pelo mal-estar do nosso moral, após o empate de Portugal com a Islândia. Ele que acredita que nós vamos à final